16 de junho de 2017
Tenho 30 anos.
#Nuncanavida que a pequena-Mami alguma vez imaginou que ia ser assim quando fosse grande! Agora estava casada, com filhos e era professora de história de arte, tudo certinho e seguro. Mas a estrada guinou praqui e prali e mandou-me para onde estou! Não tenham pena das coisas que falham, é o gps universo a "recalcular" o caminho. E se derem por vocês em sítios onde não estão bem, mandem o gps à fava e guiem-se vocês. A vida é um restaurante caro e nós é que pagamos a conta, por isso, peçam o prato que realmente querem comer.
15 de junho de 2017
There will always be an endless list of chores to complete and work to do, and a culture of relentless productivity tells us to get to it right away and feel terribly guilty about any time wasted. But the truth is, a life spent dutifully responding to emails is a dull one indeed. And “wasted” time is, in fact, highly fulfilling and necessary.
14 de junho de 2017
13 de junho de 2017
the self is never to be found, but must be created, not the happy accident of passivity, but the product of a thousand actions, large and small, conscious or unconscious, performed not “away from it all,” but in the face of “it all,” for better or for worse, in work and leisure rather than in free time.
12 de junho de 2017
Some people say that “a picture is worth a thousand words”. That must be depressing for anyone earning a living from writing. For Tim de Gier these words are nothing but an encouragement. Tim has a talent for writing incredibly fast, yet sticking to the point. Last year Tim was in the US as a fellow at the Nieman Foundation for Journalism. Now that we’ve got him back, we’re looking forward to hearing his thoughts on journalism, politics, and TRANSPARENCY.
9 de junho de 2017
We have a culture of criticism in which critics, professional and self-appointed, measure their merit by how intelligently they can eviscerate an idea, a work of art, or, increasingly and alarmingly, a person. We seem to have forgotten how to acquire what Bertrand Russell called, just a year before Suzuki’s essays were published, “a high degree of intellectual culture without emotional atrophy” in his magnificent meditation on why construction is more difficult yet more rewarding than destruction.
8 de junho de 2017
The more you suffer the deeper grows your character, and with the deepening of your character you read the more penetratingly into the secrets of life. All great artists, all great religious leaders, and all great social reformers have come out of the intensest struggles which they fought bravely, quite frequently in tears and with bleeding hearts.
7 de junho de 2017
6 de junho de 2017
5 de junho de 2017
“An honorable human relationship … in which two people have the right to use the word ‘love,’” the poet Adrienne Rich memorably wrote, “is a process, delicate, violent, often terrifying to both persons involved, a process of refining the truths they can tell each other.” But too often, we mistake for love feelings rooted in the pleasant untruths of delusion — about ourselves, or the other, or the possibility that exists between the two. Anyone who has ever been vitalized by the electricity of infatuation has also burned with disappointment as the fantasy of the idealized beloved has crumbled into the reality of a living and therefore flawed person. And yet one of the great paradoxes of the human heart is that we go on falling in love — or in what we think is love, or hope might be love — anyway.
Nearly two centuries before the French philosopher Alain Badiou examined the delicate psychoemotional machinery of why we fall and stay in love, his compatriot Stendhal set out to outline the dark side of life’s most radiant experience in his “crystallization” theory of the seven stages of infatuation and disillusionment. But infatuation, argues Alain de Botton in a portion of The Course of Love (public library), isn’t a maladaptive mutation of our love-faculty — rather, it is an essential feature of it.
28 de maio de 2017
26 de maio de 2017
(...)
– Anda brincar comigo – pediu-lhe o principezinho. - Estou triste...
– Não posso ir brincar contigo – disse a raposa. – Ainda ninguém me cativou...
(...)
– «Cativar» quer dizer o quê? – Perguntou o principezinho?
– É a única coisa que toda a gente se esqueceu – disse a raposa. - Quer dizer criar laços…
– «Criar Laços»?
- Sim, laços – disse a raposa. - Ora vê: por enquanto, tu não és para mim senão um rapazinho perfeitamente igual a cem mil outros rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, eu não sou para ti senão uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativares, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E eu também passo a ser única no mundo para ti...
- Só compreendemos o que cativamos – disse a raposa. – Os homens deixaram de ter tempo para compreender o que quer que seja. Compram as coisas já prontas nas lojas. Contudo não há nenhuma loja onde possa comprar-se amizade e, portanto, os homens deixaram de ter amigos. Se queres um amigo, cativa-me…
- E tenho de fazer o quê? - Perguntou o principezinho.
- Tens de ter muita paciência – respondeu a raposa. - Primeiro, sentas-te longe de mim…assim…na relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não me dizes nada. As palavras são uma fonte de mal-entendidos. Mas podes sentar-te cada dia um bocadinho mais perto...
O principezinho voltou no dia seguinte.
(...)
Foi assim que o principezinho cativou a raposa. Mas quando chegou a hora da despedida:
- Ai! - Exclamou a raposa – ai que me vou pôr a chorar...
– A culpa é tua – disse o principezinho.- Eu não te desejava mal nenhum, mas tu quiseste que eu te cativasse…
- Pois quis - disse a raposa.
- Mas agora vais-te pôr a chorar! - Disse o principezinho.
- Pois vou – disse a raposa.
- Então não ganhaste nada com isso!
– Ai isso é que ganhei! - Disse a raposa. - Por causa da cor do trigo... – E em seguida acrescentou:
-Anda, vai ver as rosas outra vez. Vais compreender que a tua é única no mundo. Quando vieres ter comigo, dou-te um presente de despedida: conto-te um segredo.
– Anda brincar comigo – pediu-lhe o principezinho. - Estou triste...
– Não posso ir brincar contigo – disse a raposa. – Ainda ninguém me cativou...
(...)
– «Cativar» quer dizer o quê? – Perguntou o principezinho?
– É a única coisa que toda a gente se esqueceu – disse a raposa. - Quer dizer criar laços…
– «Criar Laços»?
- Sim, laços – disse a raposa. - Ora vê: por enquanto, tu não és para mim senão um rapazinho perfeitamente igual a cem mil outros rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, eu não sou para ti senão uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativares, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E eu também passo a ser única no mundo para ti...
- Só compreendemos o que cativamos – disse a raposa. – Os homens deixaram de ter tempo para compreender o que quer que seja. Compram as coisas já prontas nas lojas. Contudo não há nenhuma loja onde possa comprar-se amizade e, portanto, os homens deixaram de ter amigos. Se queres um amigo, cativa-me…
- E tenho de fazer o quê? - Perguntou o principezinho.
- Tens de ter muita paciência – respondeu a raposa. - Primeiro, sentas-te longe de mim…assim…na relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não me dizes nada. As palavras são uma fonte de mal-entendidos. Mas podes sentar-te cada dia um bocadinho mais perto...
O principezinho voltou no dia seguinte.
(...)
Foi assim que o principezinho cativou a raposa. Mas quando chegou a hora da despedida:
- Ai! - Exclamou a raposa – ai que me vou pôr a chorar...
– A culpa é tua – disse o principezinho.- Eu não te desejava mal nenhum, mas tu quiseste que eu te cativasse…
- Pois quis - disse a raposa.
- Mas agora vais-te pôr a chorar! - Disse o principezinho.
- Pois vou – disse a raposa.
- Então não ganhaste nada com isso!
– Ai isso é que ganhei! - Disse a raposa. - Por causa da cor do trigo... – E em seguida acrescentou:
-Anda, vai ver as rosas outra vez. Vais compreender que a tua é única no mundo. Quando vieres ter comigo, dou-te um presente de despedida: conto-te um segredo.
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