"Quero anunciar aos portugueses que depois de uma profunda reflexão decidi recandidatar-me", disse o Voltaire Asmático.
Da minha parte quero anunciar aos Alsacianos que após reflexão profunda percebi que pão com cereais é laxante.
Sem mais de momento.
26 de outubro de 2010
23 de outubro de 2010
17 de outubro de 2010
13 de outubro de 2010
11 de outubro de 2010
29 de agosto de 2010
Exmos. Administradores das Estradas (com e sem SCUTs) desse Portugau,
Hoje fiz o obséquio de passar pelas vossas execráveis novas máquinas que se fazem passar pelos ex-funcionários das portagens. Embora tenha sido uma experiência fascinante deparar-me com uma pseudo bilheteira travestida de roxo, e ter tido o privilégio de privar com a técnica da mesma (entenda-se por "técnica" a saloia de boné que se encontrava a blasfemar antipatia ao lado da máquina), confesso que este tipo de utensílio me suscitou preocupações várias:
a) Apesar dos botões em fúscia aprostituzado, as máquinas supra citadas lembram-me as caixas de pagamento self-service do Continente; se eu não tiver levantado dinheiro e o MB não funcionar (típico nas ditas) como procedo?
b) soube que V. Exas. possuem um call center para situações imprevistas, Bravo!; yet, medito se indivíduos com acufenos ou perda de audição conseguirão ser bem sucedidos. Houve investimentos em técnicas de linguagem gestual para apoiar a chamada do call center? Não vi nenhum ecrã por lá e adorava saber mais sobre isto.
c) No caso de ser um mudo nesta situação imprevista, como contacta convosco? Sai do carro e gesticula para as câmaras de segurança?
Agradecendo desde já a V. Exas. os esclarecimentos.
Peço deferimento.
27 de agosto de 2010
20 de junho de 2010
"Caro Presidente da República, venho por este meio comunicar-lhe a minha faraónica desilusão com a conduta política de V. Exa. Não, não estou zangado consigo por causa do casamento gay (eu até acho piada aos gays conservadores, esses oximoros com pernas). Não, também não estou chateado consigo por causa das suas declarações sobre o turismo (a infelicidade do seu raciocínio acabou por transformar Vieira da Silva num génio da economia, mas eu perdoo a V. Exa.). Eu estou a amarinhar pelas paredes, porque V. Exa. não reagiu às declarações inconcebíveis do ministro das Finanças. V. Exa. quis ser o explicador de economia de Vieira da Silva na semana em que devia ter sido o professor de direito constitucional de Teixeira dos Santos.
Na semana passada, Teixeira dos Santos reconheceu a retroactividade e a inconstitucionalidade dos 'novos' impostos. Mas logo a seguir, e através de uma cambalhota czarista, o mesmo Teixeira dos Santos suspendeu a Constituição: para justificar a inconstitucionalidade fiscal, o ministro invocou uma situação de emergência (eu ainda olhei pela janela à procura dos tanques espanhóis que justificariam a convocação daquele "estado de emergência", mas não os vi). Como é óbvio, caro Presidente, esta posição de Teixeira dos Santos é um absurdo perigoso. Mesmo que a resolução dos problemas do país implicasse a convocação de um "estado de emergência", essa prerrogativa caberia apenas ao Presidente. O "estado de emergência" não é um expediente burocrático. É o acto político por excelência, e não pode ser invocado por um ministro das finanças pedinchão.
Eu esperei, mas V. Exa. não reagiu a esta ofensa. Um ministro afirmou, com todas as letras autoritárias, que a máquina fiscal está acima da Constituição, mas V. Exa. não disse nada. Meu caro Presidente, este seu silêncio é inadmissível. E de duas, uma: ou V. Exa. concorda com Teixeira dos Santos (neste caso, V. Exa. não seria um grande político, mas apenas um bom contabilista), ou V. Exa. tem medo de causar uma "crise política". Eu estou inclinado para a segunda hipótese. E, neste sentido, deixe-me dizer-lhe uma coisa: o seu silêncio acrítico em relação a este governo já enjoa. V. Exa. acha que está a fomentar a estabilidade. Engana-se. V. Exa. está, isso sim, a pactuar com a podridão czarista deste PS. Os socialistas vão suspender a Constituição por seis meses, e V. Exa. anda a dar aulas de turismo e de "ética da responsabilidade". Não goze comigo, V. Exa. "
Na semana passada, Teixeira dos Santos reconheceu a retroactividade e a inconstitucionalidade dos 'novos' impostos. Mas logo a seguir, e através de uma cambalhota czarista, o mesmo Teixeira dos Santos suspendeu a Constituição: para justificar a inconstitucionalidade fiscal, o ministro invocou uma situação de emergência (eu ainda olhei pela janela à procura dos tanques espanhóis que justificariam a convocação daquele "estado de emergência", mas não os vi). Como é óbvio, caro Presidente, esta posição de Teixeira dos Santos é um absurdo perigoso. Mesmo que a resolução dos problemas do país implicasse a convocação de um "estado de emergência", essa prerrogativa caberia apenas ao Presidente. O "estado de emergência" não é um expediente burocrático. É o acto político por excelência, e não pode ser invocado por um ministro das finanças pedinchão.
Eu esperei, mas V. Exa. não reagiu a esta ofensa. Um ministro afirmou, com todas as letras autoritárias, que a máquina fiscal está acima da Constituição, mas V. Exa. não disse nada. Meu caro Presidente, este seu silêncio é inadmissível. E de duas, uma: ou V. Exa. concorda com Teixeira dos Santos (neste caso, V. Exa. não seria um grande político, mas apenas um bom contabilista), ou V. Exa. tem medo de causar uma "crise política". Eu estou inclinado para a segunda hipótese. E, neste sentido, deixe-me dizer-lhe uma coisa: o seu silêncio acrítico em relação a este governo já enjoa. V. Exa. acha que está a fomentar a estabilidade. Engana-se. V. Exa. está, isso sim, a pactuar com a podridão czarista deste PS. Os socialistas vão suspender a Constituição por seis meses, e V. Exa. anda a dar aulas de turismo e de "ética da responsabilidade". Não goze comigo, V. Exa. "
Henrique Raposo, no Expresso.
13 de junho de 2010
"(...)assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido(...)"
Parece-me que há situações em que uma 2ª oportunidade não se impõe. Até posso dá-la por descargo de consciência, mas ciente de que me vão desiludir novamente. E quando esta oportunidade é dada a alguém que nem é próximo? Que não merece consideração? Devemos dá-la só porque é um indivíduo e porque esperamos o mesmo para nós?
No lo se.
O que eu sei é que hoje, espero que aqueles que me fizeram porcaria tenham acalásia anal ou algo que se assemelhe. Também desejo do fundo do ventrículo esquerdo, que a pêga bulímica do meu ano tenha um ataque de psoríase e que engorde ainda mais.
De resto, vou ponderando a hipótese de fechar os olhos à porcaria que me fizeram.
Passar bem.
8 de junho de 2010
7 de junho de 2010
6 de junho de 2010
Que estamos com escassez de recursos a nível de pessoas interessantes, estimulantes, e intelectualmente evoluídas já eu sabia. O que me choca é verificar que os básicos, conseguem superar-se e ser uns anormais duns hipócritas mesquinhos. No wonder this country doesn't evolve. Resta-me desejar a este tipo de indivíduos o melhor do mundo. Espero que em 10 anos façam bom uso do vosso rendimento mínimo garantido, e que façam parte desse grande pool de parasitismo social que já integram. Em bom português, fodam-se.
3 de junho de 2010
2 de junho de 2010
A paixão morre aos poucos...
Sem ponto de partida, eu parto e ponto
Final... Na nossa história, os contos
Só serviram para noites bem passadas, pronto
E eu abraço o sono
Entre cores duma cidade e um retrato de um Outono
Quando sopro a vida fora
Da palma duma mão, enquanto a chuva se evapora
E no fim ela cora...
Um dia somos novos sorrindo atrás da gola
Matando-nos com excesso...
Embalados em palavras, enganamo-nos com sexo
Não ouço o que ela diz... Barulho do metro
Até que tudo chegue ao fim, abraçados num regresso...
Sem ponto de partida, eu parto e ponto
Final... Na nossa história, os contos
Só serviram para noites bem passadas, pronto
E eu abraço o sono
Entre cores duma cidade e um retrato de um Outono
Quando sopro a vida fora
Da palma duma mão, enquanto a chuva se evapora
E no fim ela cora...
Um dia somos novos sorrindo atrás da gola
Matando-nos com excesso...
Embalados em palavras, enganamo-nos com sexo
Não ouço o que ela diz... Barulho do metro
Até que tudo chegue ao fim, abraçados num regresso...
12 de maio de 2010
15 de fevereiro de 2010
T.s., a biografia de uma extraordinary lady.
Pontos fortes: Extremamente útil no desempenho das funções de mamarracho, função desempenhada in situ, no 1º piso da secção académica.
Conseguiu algo inédito: referir cento e cinquenta e duas vezes numa manhã "eu não sei nada sobre erasmus".
Curriculum Vitae.
Curso superior em Inutilidade e Incompetência.
Tese de Mestrado subordinada ao tema: "Como conseguir fazer pelo menos 78 lanches numa manhã e continuar a receber o ordenado."
Pós-graduação em utilização do Google para pesquisa de informações sobre faculdades.
Pontos fortes: Extremamente útil no desempenho das funções de mamarracho, função desempenhada in situ, no 1º piso da secção académica.
Conseguiu algo inédito: referir cento e cinquenta e duas vezes numa manhã "eu não sei nada sobre erasmus".
Curriculum Vitae.
Curso superior em Inutilidade e Incompetência.
Tese de Mestrado subordinada ao tema: "Como conseguir fazer pelo menos 78 lanches numa manhã e continuar a receber o ordenado."
Pós-graduação em utilização do Google para pesquisa de informações sobre faculdades.
13 de fevereiro de 2010
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