6 de fevereiro de 2010


Pesudo - Lua Vermelha?
Diz que Carlos Queiroz andou a exercitar-se no frontispício de um comentador da sic notícias. Yeah, o mundo holístico do futebol ou como lidar com o facto de ser um treinador de 2ª em público. Aposto que neste momento Sá Pinto se encontra a caminho.
Damn girl!

23 de janeiro de 2010

Having that said, há merdas para as quais a minha paciência é nula. Digamos que (aves,putedo,histerismo) e moi même, simply don't get along.

A única coisa que se perde realmente com a idade (para além da elasticidade dérmica) é a paciência; pelo que a ternura dos 40 deve ser mais mito urbano. Ou isso ou infradesnivelamento estrogénico.

7 de janeiro de 2010

Não venha me dizer que agora tu mudou,
esse papel eu conheço e também me cansou,
estive disposta hoje já não estou,
sigo em frente sozinha, o tempo já passou,
tempo bom foi aquele em que você me amou,
desistiu de ser triste assim me conquistou,
desligado do mundo dos vícios da dor,
era eu e você só nois dois e o amor
(desandou) mentindo pra mim e voltando pra pista isso me bodiou,
a verdade é rainha tu me magoou,
a mentira é o fim do que só começou
uma história bonita eu e você no flow,
tu perdeu, não se segurou,
eu estou segura de que é difícil mas eu também sei que tudo acabou,
é triste mas o que se foi ficou guardado no peito,
ainda sinto o sabor,
perfume do abraço música tocou fazendo lembrar do que se eternizou,
mas vê se resolve a droga te pegou,
eu te abracei e se tu tentar eu vou , era assim hoje não, laço desatou,
eu vim te lembrar de um tempo que marcou,
águas que rolaram o tempo voou acabou e é porque tu não priorizou,
Acertar os pontos falar que o momento é mais que propício pra dizer quem sou,
aquela mulher que um dia ce teve que te quis do lado e tu não deu valor,
quer te ver melhor que a última vez, peço que não caia minha hora chegou.


Juju Gomes, Valete , Flora Matos.

18 de dezembro de 2009

B I T C H in disguise

I'm a bitch
When I walk my dog
I'm a bitch
When I fall in love
I'm a bitch
When I give a kiss
I'm bitch
When I sing like this

I'm a bitch in disguise
I'm a bitch that never minds
I'm a bitch, think you'll realise
i'm a bitch everytime

15 de dezembro de 2009

When I met you, you were so unique
You had a little thing I'd love to keep
Every movement carried much mystique
I knew right then I'd carry on, to you I knew my heart belonged
You, you give me something
Something that nobody else can give
And my heart, started thumpin'
You know now, you're the one I truly know I dig

5 de dezembro de 2009

And did you think I was just for the weekend?
Like something you could just hold down and go?
Well know you've dropped yourself right in the deep end
Only you will know
I'm not the type to wash and go
No.
Hotter than your average bitch
Flick on Flick off my switch

9 de novembro de 2009

Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser… sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.

- Pablo Neruda

2 de outubro de 2009

27 de setembro de 2009

25 de setembro de 2009

As grandes histórias de amor pontuam a história do cinema de ficção, quase sempre com finais trágicos ou felizes. No documentário, o amor surge rico de contradições, ambivalências, duplicidades, falsos sonhos.

11 de setembro de 2009

...I enjoy taking risks.
"Passeávamos de mãos dadas pelas ruas. De mãos entrelaçadas. Eu só sentia as tuas mãos. Cruzávamos pessoas que nos olhavam com um ar de espanto. Não tínhamos sexo. Éramos como anjos, a sério.

Isto foi um sonho do qual recuperei estes fragmentos quando tomava o pequeno-almoço num dia cheio de sol.

Há-de chegar uma pessoa que não saiba de nada disto."



Pedro Paixão, em "Vida de Adulto"

6 de setembro de 2009

Marrakesh
Não sonhas. Morres um pouco de manhã e ao meio do dia quando o sol mais queima. Tens de continuar. Tens de esquecer. Não aguentas mais. Tens de acabar, matar, recomeçar a viver. Só que ela está presa por dentro e tu agarrado a ela por um nó da garganta e não sabes o que deves deitar fora, arrancar, vomitar para que ela sai de dentro. Sais à noite com definitivos propósitos de não voltares sozinho.
Compões dentro da tua cabeça uma mulher com um bocadinho disto e um bocadinho daquilo e esperas que bata certo. Levas um bocado do tecido rasgado e queres encontrar o todo. Mas não encontras ninguém.
Pior, encontras alguém que te vem provar sem remissão que não a vais poder substituir tão facilmente porque não há mais nada no mundo inteiro depois dela senão um deserto de tempo que se estende à tua frente onde tudo se torna insignificante e pequenino.

E quando pensas poder voltar atrás, também sabes que não é possível voltar atrás porque tu estás num mundo e ela noutro, os dois tão depressa se afastam, encerrados em planas fotografias em que estão abraçados e j
á não somos nós. E já te disse, não há "cuincidências".


Pedro Paixão in Nos teus braços morreríamos