12 de fevereiro de 2009

Interessantes as declarações do Fernando Seabra no Fórum Nacional de Saúde. O tom de provocação resulta sempre bem.



9 de fevereiro de 2009

"That is offf...some"
Friends with beneficts

7 de fevereiro de 2009

2 people, just meeting... barely touch each other.

4 de fevereiro de 2009

The scratches, the bruises and the bites.
Swept away, what good is a beautiful day, I'm alone
And yooou,

3 de fevereiro de 2009

He doesn't look a thing like djisus.

2 de fevereiro de 2009

They said it changes when the sun goes down
And they said it changes when the sun goes down
And they said it changes when the sun goes down
Around here...

1 de fevereiro de 2009

"Some Best Friend You Turned Out to Be"
Amo quando não preciso de (me) explicar. Ou para me explicar. Ou para me dizer e contradizer. Às vezes tento ler-me … tento, e cada vez que o tento sinto-me incapaz, quase como as palavras que saem mais depressa do que aquilo que penso. Palavras que saem mais depressa do que se deseja. Tenho grandes dúvidas no que desejo, tampouco explico quando desejo.

Respondo mas não explico, porque, convenhamos, responder está a anos-luz de explicar. Explicar demora… explicar demora toda uma vida. Quem, de facto, se presta a gastar toda uma vida à procura de uma explicação? Quem se presta sequer a gastar toda uma vida à procura de uma resposta que seja. Entendo que nos colocamos no mesmo plano quando nos entendemos, não quando nos respondemos, não quando nos elogiamos. Eu sou muito mais de apontar do que de elogiar, sou muito mais vulgar, acho… Aliás, não somos todos muito mais vulgares do que pensamos? Ok, certos, uns são vulgares no momento certo e outros em todos os momentos.

Quase que se pode ligar, de forma indissociável, vulgaridade com linha de pensamento estanque, os auto-denominados coerentes. Coerentes com quê? Com o que pensavam há 20 anos? O pensamento cresce, corre e sonha. O pensamento migra, emigra e imigra, uma e outra e outra vez. Uma das coisas em que o meu pensamento me aflige é pensar que quero falar e não me sai nada. Mudo. Que ninguém me vê. Que levanto o braço num anfiteatro para participar e que o orador olha para mim mas não me vê, como se lá não estivesse.

Mas, como em tudo na vida, quanto mais se explicam as coisas, mais confundimos as pessoas.

Importa também frisar que existem espaços e, sobretudo, tempos próprios para explicações.

Erram-se as respostas, depois tenta-se acertá-las, corrigi-las e, nessa altura, estamos perfeitamente atrapalhados com as palavras ditas. Invariavelmente, confessamos que as dissemos sem pensar e, aí, nessa mesma altura, passamos de vítima a tiranos.

Eu acho que amo quando não preciso de (me) explicar.
Acho mesmo que amo para não ter de me explicar.



http://huummmmm.blogspot.com/index.html


apitei. game over.
When you develop an infatuation for someone, you always find a reason to believe that this is exactly the person for you. It doesn't need to be a good reason. Taking photographs of the night sky, for example. Now in the long run, that's just the kind of dumb irritating habit that would cause you to split up. But in the haze of infatuation, it's just what you've been searching for all these years.
Even if You Win the Rat Race, You´re Still a Rat

30 de janeiro de 2009

Joshua Ralph


- one million miles away
- horse falls



http://www.jralph.com/
January and February are the greatest months in the entire year, just because there are millions of fabulous movies to watch.

Road to the oscars.

Goodnite - Melody Gardot


melhor música.