Há sempre um tema em que penso naqueles 10 minutos antes de adormecer. Ontem adormeci a pensar em como as pessoas que conhecemos acabam por direccionar o nosso futuro:
Se eu nunca tivesse ido para a Madeira nunca teria conhecido o C. Não o conhecendo, não teria nunca posto Porto nas primeiras opções quando fui para a faculdade. Se não tivesse entrado em Medicina Dentária, nunca teria conhecido o T, que me fez acreditar que eu era capaz, e me convenceu a fazer exames outra vez. Se ele não me tivesse apresentado à explicadora de biologia, nunca teria ficado amiga da S.
Se não tivesse ido à praxe, não conheceria a T. Nunca gastaria tanto dinheiro em compras também. Não conhecendo T, nunca deixaria de roer as unhas.
Se não tivesse entrado em Dentária, não teria conhecido a pixalina, e por conseguinte também não ficaria amiga da M. Se não fosse amiga da M, nunca teriamos ido às festas de Medicina onde conheci o V. Se não o tivesse conhecido, nunca teria ficado fã de funk e Charlie Brown Jr.
Se tivesse entrado em Medicina no 1º ano de Dentária, não faria Bioestatistica em Setembro, e como tal nunca me daria com o G. Nunca me teria divertido tanto em tão pouco tempo também.
Se não conhecesse M também nunca teria morado com ela, naquela casa que guarda mil histórias.
Se não me tivesse chateado com o G, nunca teria ficado ambiente estranho, mas também nunca teriamos lutado pela amizade (conceito ridiculo: lutar para ser amigo).
Ao não sermos amigos, nunca teriamos vacilado, e portanto não haveria espaço para as pessoas começarem a agir de forma estranha. Se o G não tivesse sido como foi, nunca haveria espaço para o D. Se não existisse o D provavelmente continuava solteira e boémia. E ele também.
Se o G não tivesse feito o que fez, a minha vida não teria dado uma volta de 180º. Não tinha entrado em Medicina, nem tinha vindo para Lisboa. Mas também não aprendia a dar valor ao que deixei a 300km. Não me teria conseguido afastar o suficiente para ver as coisas como elas são. Para ver as pessoas como são. Para saber discernir quem nos faz bem, e quem não faz. Não conseguia de todo ver "the big picture".
"Direito por linhas tortas" ? Talvez.
24 de junho de 2008
23 de junho de 2008
O grau de dificuldade deste exame é inferior ao do ano passado. O padrão utilizado pelo G.A.V.E. para avaliar o desempenho dos alunos não permite distinguir aqueles que efectivamente trabalham dos que pouco trabalham, e não ajuda os professores a incentivarem os alunos a aprofundar os seus conhecimentos.
A questão 3 do Grupo II, poderia ser abordada numa aula do nono ano e resolvida por considerações de simples bom senso.
A questão 3 do Grupo II, poderia ser abordada numa aula do nono ano e resolvida por considerações de simples bom senso.
in
O Gabinete do Ensino Básico e Secundário
da Sociedade Portuguesa de Matemática, acerca do exame nacional de matemática
O Gabinete do Ensino Básico e Secundário
da Sociedade Portuguesa de Matemática, acerca do exame nacional de matemática
Rien à dire.
As pontes. As luzes. Os apetrechos típicos do S.João. Todos os caminhos que fiz vezes sem conta. Mil histórias. O hospital. As amigas. Tentar contar dois meses numa hora. Mil abraços. Saudades sempre. As francesinhas do PortoBeer. Os arrumadores da Boavista. Querer ver a foz de noite. A foz e a ribeira. Passar na ponte da Arrábida vezes sem conta. Os croissants Mixpão. Abrir as janelas do carro na foz, e respirar. O porto doce, sempre cheio. O passeio alegre, cheio de farturas. O lanche na Padaria Ribeiro. O rídiculo dos icc. As pessoas. O calor humano. O céu cinzento. Recuperar energia a andar na foz. Santa Catarina, talvez numa próxima. Tentar em 24h reviver o ano inteiro, e todos os dias em que não posso estar aí. Adoro.
21 de junho de 2008
20 de junho de 2008
As circunstâncias se tornaram um beco sem saída
Seu orgulho te traíu e te jogou no chão
E as cicatrizes dessa história mal escrita
Se converteram no aprendizado da reconstrução
Mas todos vivemos dias incríveis
Que não passam de ilusão
Todos vivemos dias difíceis
Mas nada disso é em vão
Todo bem que você faz pra quem te ama
E quem te ama te faz
E isso tudo é o que te faz levar a vida na paz
Só Deus sabe quanto tempo
Que o tempo deve levar
Viver, viver e ser livre
Saber dar valor para as coisas mais simples
Só o amor constrói pontes indestrutíveis
A arte maior é o jeito de cada um
Vivo pra ser feliz não vivo pra ser comum
Seu orgulho te traíu e te jogou no chão
E as cicatrizes dessa história mal escrita
Se converteram no aprendizado da reconstrução
Mas todos vivemos dias incríveis
Que não passam de ilusão
Todos vivemos dias difíceis
Mas nada disso é em vão
Todo bem que você faz pra quem te ama
E quem te ama te faz
E isso tudo é o que te faz levar a vida na paz
Só Deus sabe quanto tempo
Que o tempo deve levar
Viver, viver e ser livre
Saber dar valor para as coisas mais simples
Só o amor constrói pontes indestrutíveis
A arte maior é o jeito de cada um
Vivo pra ser feliz não vivo pra ser comum
"Confesso-me. Tenho amor por alguns objectos. Desde sempre fui apaixonada, por exemplo, por blocos e canetas, lápis e pincéis. Por fotografias e álbuns. Em papel e cartão, tudo como antigamente. Livros. Sou devota dos meus livros. Gosto de os ler. De os cheirar. De não os dobrar. De os guardar. Com amor. É mesmo amor para com os objectos. E nesta peça peça também há amor pelas coisas. Conhecemos dois caixeiros-viajantes, as suas esperanças, anseios, sonhos e o tal amor pelos objectos. São os dois que nos vão mostrar o significado e o valor das relações num mundo onde não existe espaço nem tempo para estabelecer ligações com os outros. Triste condição humana… Lutemos! En Garde!"
Le cool magazine
19 de junho de 2008
Diz-me o teu nome - agora, que perdi
quase tudo, um nome pode ser o princípio
de alguma coisa. Escreve-o na minha mão
com os teus dedos - como as poeiras se
escrevem, irrequietas, nos caminhos e os
lobos mancham o lençol da neve com os
sinais da sua fome. Sopra-mo no ouvido,
como a levares as palavras de um livro para
dentro de outro - assim conquista o vento
o tímpano das grutas e entra o bafo do verão
na casa fria. E, antes de partires, pousa-o
nos meus lábios devagar: é um poema
açucarado que se derrete na boca e arde
como a primeira menta da infância.
Ninguém esquece um corpo que teve
nos braços um segundo - um nome sim.
quase tudo, um nome pode ser o princípio
de alguma coisa. Escreve-o na minha mão
com os teus dedos - como as poeiras se
escrevem, irrequietas, nos caminhos e os
lobos mancham o lençol da neve com os
sinais da sua fome. Sopra-mo no ouvido,
como a levares as palavras de um livro para
dentro de outro - assim conquista o vento
o tímpano das grutas e entra o bafo do verão
na casa fria. E, antes de partires, pousa-o
nos meus lábios devagar: é um poema
açucarado que se derrete na boca e arde
como a primeira menta da infância.
Ninguém esquece um corpo que teve
nos braços um segundo - um nome sim.
Maria do Rosário Pedreira
15 de junho de 2008
G diz:
a questão é que
G diz:
efectivamente n preciso
G diz:
acho optimo
G diz:
alias agradeço por confiares em mim
G diz:
mas n me ajuda mt
G diz:
nem desajuda a bem dizer
G diz:
eu sei o q s esta a passar
G diz:
a verdade é q cm este ano n fazes exames tas a dar em doida
G diz:
entao precisas projectar as tuas teorias em alguem
G diz:
sendo eu o unico especime q milita nesta pobre categoria
G diz:
sou o alvo das tuas teses constantes.
a questão é que
G diz:
efectivamente n preciso
G diz:
acho optimo
G diz:
alias agradeço por confiares em mim
G diz:
mas n me ajuda mt
G diz:
nem desajuda a bem dizer
G diz:
eu sei o q s esta a passar
G diz:
a verdade é q cm este ano n fazes exames tas a dar em doida
G diz:
entao precisas projectar as tuas teorias em alguem
G diz:
sendo eu o unico especime q milita nesta pobre categoria
G diz:
sou o alvo das tuas teses constantes.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


