Blindness
18 de maio de 2008
17 de maio de 2008
"Às vezes as nossas semelhanças também me assustam, o simples facto de perceber exactamente o que a outra pessoa quer dizer e sente as vezes é assustador, e perceber que a outra pessoa também atinge aquilo que as outras não atingem é bom, é diferente, mas é meio desarmante, e não gosto disso. De me sentir à mercê."
Someday my pain, someday my pain
Will mark you
Harness your blame, harness your blame
And walk through
With the wild wolves around you
In the morning, I'll call you
Send it farther on
Solace my game, solace my game
It stars you
Swing wide your crane, swing wide your crane
And run me through
And the story's all over you
In the morning i'll call you
Can't you find a clue when your eyes are all painted Sinatra blue
What might have been lost -
Don't bother me
Will mark you
Harness your blame, harness your blame
And walk through
With the wild wolves around you
In the morning, I'll call you
Send it farther on
Solace my game, solace my game
It stars you
Swing wide your crane, swing wide your crane
And run me through
And the story's all over you
In the morning i'll call you
Can't you find a clue when your eyes are all painted Sinatra blue
What might have been lost -
Don't bother me
16 de maio de 2008
14 de maio de 2008
Perpetuem-se as palavras. Words fade, but letters don't.
"Rachel Rachel, douda douda...Queres-me fazer chorar?bah..Tens toda a razão, tudo se passou como dizes, sabe tão bem recordar tudo isso. Mas, apesar de tudo, também não fico triste. Talvez porque guardo a profunda esperança que irei passar isso de novo contigo, talvez ilusão minha, talvez apenas a vontade que tenho que tudo se volte a repetir...
Quero de novo acordar furiosa no meu quarto e ouvir as tuas gargalhadas felizes, quero arrastar-me para a casa-de-banho e nem conseguir falar (mau humor matinal) e tu sorrires e respeitares. Tornavas os meus momentos maus em momentos bons. Foste, sem dúvida nenhuma, a estabilidade emocional que precisei.
Fazias-me rir com essa tua energia que te caracteriza, és óptima. Aliás, és e sempre serás a minha menina! (sempre serás a minha douda vaidosa, bem cheirosa, taradona...e tanta coisa boa que és). Quero viver contigo, quero os nossos serões de volta.
Rachelzinha, amour, princepeza, douda, minha menina (tts nomes q te inventei) adoro-te e nunca vou esquecer tudo o que passamos e, és a minha melhor amiga.
Agora, para quebrar a cena romântica--> beijokax fofax windah
bisou amour "
"Rachel Rachel, douda douda...Queres-me fazer chorar?bah..Tens toda a razão, tudo se passou como dizes, sabe tão bem recordar tudo isso. Mas, apesar de tudo, também não fico triste. Talvez porque guardo a profunda esperança que irei passar isso de novo contigo, talvez ilusão minha, talvez apenas a vontade que tenho que tudo se volte a repetir...
Quero de novo acordar furiosa no meu quarto e ouvir as tuas gargalhadas felizes, quero arrastar-me para a casa-de-banho e nem conseguir falar (mau humor matinal) e tu sorrires e respeitares. Tornavas os meus momentos maus em momentos bons. Foste, sem dúvida nenhuma, a estabilidade emocional que precisei.
Fazias-me rir com essa tua energia que te caracteriza, és óptima. Aliás, és e sempre serás a minha menina! (sempre serás a minha douda vaidosa, bem cheirosa, taradona...e tanta coisa boa que és). Quero viver contigo, quero os nossos serões de volta.
Rachelzinha, amour, princepeza, douda, minha menina (tts nomes q te inventei) adoro-te e nunca vou esquecer tudo o que passamos e, és a minha melhor amiga.
Agora, para quebrar a cena romântica--> beijokax fofax windah
bisou amour "
13 de maio de 2008
"A memória como uma maldição. Caímos na eternidade e a memória é um peso, continua a prender-nos em qualquer ponto para onde nunca poderemos voltar. Ó lua, ó luar, /eu fi-lo nascer/ ajuda-mo tu a criar. A memória é como a esperança da minha mãe na noite em que me ergueu à lua e, sem saber, me escolheu um destino. Lembro-me de quando nos conhecemos e esse dia está debaixo do teu olhar e desta noite. Lembro-me da minha mão pousada sobre a tua e esse instante está debaixo da palavra solidão. Lembro-me de tantas coisas impossíveis. Agora, caminho por esta manhã deserta."
José Luis Peixoto; excerto de "Lunar", in Antídoto
Vem cá
Da-me o teu mundo outra vez
Lembra-te daquilo que eu te dou
E tu nao ves
Quando, nao estas, quando nao estas
Eu nao consigo perceber
Por favor, diz me a mim
Mudaste tanto, desde o dia em que eu te conheci
Parece facil esquecer
Mas so eu sei a dor
Sinto falta do teu abraço
Desse teu calor
Custa-me muito continuar sem te pedir,
Um beijo de bom dia
E a vontade de sorrir
Sair pra rua, e gritar que so te amo a ti
Ver-te na minha cama toda nua
E sentir
Falar bem baixo ao teu ouvido
Sem te acordar
Dizer-te que es tudo, e que nunca te vou deixar
Fazer as juras de sangue, saliva ou suor
Contar-te a minha vida
E entregar-te o meu amor
Eu juro nao, eu juro nao
Eu juro nao te vou deixar
Vem cá
Da-me o teu mundo outra vez
Lembra-te daquilo que eu te dou
E tu nao ves
Quando, nao estas, quando nao estas
Sera que vai ser tao dificil
Ter o teu olhar
Despir a tua voz
E conseguir fazer-te amar
Pois o amor nao tem sentido
Nao tem explicaçao
Eu e tu, sempre fomos um, nao entendo esta divisao
Nao pode ser, nao posso acreditar
Estiveste aqui
Nao sei se foste por azar
Ou estava escrito assim
Nao sei se é normal
Olhar para tras, pensar que estas
Nao sei se é banal
Mas juro nao te vou deixar
Vem cá
Da-me o teu mundo outra vez
Lembra-te daquilo que eu te dou
E tu nao ves
Quando, nao estas, quando nao estas
Da-me o teu mundo outra vez
Lembra-te daquilo que eu te dou
E tu nao ves
Quando, nao estas, quando nao estas
Eu nao consigo perceber
Por favor, diz me a mim
Mudaste tanto, desde o dia em que eu te conheci
Parece facil esquecer
Mas so eu sei a dor
Sinto falta do teu abraço
Desse teu calor
Custa-me muito continuar sem te pedir,
Um beijo de bom dia
E a vontade de sorrir
Sair pra rua, e gritar que so te amo a ti
Ver-te na minha cama toda nua
E sentir
Falar bem baixo ao teu ouvido
Sem te acordar
Dizer-te que es tudo, e que nunca te vou deixar
Fazer as juras de sangue, saliva ou suor
Contar-te a minha vida
E entregar-te o meu amor
Eu juro nao, eu juro nao
Eu juro nao te vou deixar
Vem cá
Da-me o teu mundo outra vez
Lembra-te daquilo que eu te dou
E tu nao ves
Quando, nao estas, quando nao estas
Sera que vai ser tao dificil
Ter o teu olhar
Despir a tua voz
E conseguir fazer-te amar
Pois o amor nao tem sentido
Nao tem explicaçao
Eu e tu, sempre fomos um, nao entendo esta divisao
Nao pode ser, nao posso acreditar
Estiveste aqui
Nao sei se foste por azar
Ou estava escrito assim
Nao sei se é normal
Olhar para tras, pensar que estas
Nao sei se é banal
Mas juro nao te vou deixar
Vem cá
Da-me o teu mundo outra vez
Lembra-te daquilo que eu te dou
E tu nao ves
Quando, nao estas, quando nao estas
12 de maio de 2008
Gosto muito de tomar o café na minha caneca cor de rosa, ou na do gato, sentar-me com as pernas à chinês, enquanto ponho músicas e vou vagueando por sites.
Gosto muito de pensar em como isso me lembra de ti, e de quando moravamos as duas juntas, e por mais furiosas que estivessemos com a vida, tomavamos sempre café as duas, com o seu robe, tu a pastar naquele sofá amarelo ranhoso, e eu sentada ao pc, a girar na cadeira na maior parte das vezes, arrastando-me dum lado para o outro da sala, enquanto tu dizias
" - Vê se paras um bocadinho, estou cansada de te ver em movimento", ao que eu geralmente respondia que estava excitada com alguma coisa.
O ritual perpetua-se. Já não vivemos juntas, já não posso contar sempre com o teu abraço (pelo menos in person), já não me mandas chorar, mesmo depois de eu dizer mil vezes que não choro. Não posso reclamar dos homens da minha vida, e muito menos te tenho por perto sempre que me arranjo durante horas a fio, a dizeres "cheiras tão bem..." " a casa cheira toda a ti..." "nunca vi ninguém tão vaidosa..." .
Fazes-me falta, na tua presença e apoio constantes. No pilar que te tornaste na minha vida, e na calma que me transmites. Faz-me falta poder estudar no chão ao teu lado, e poder ir para a janela atirar àgua. Tenho saudades das nossas conversas de adultas, e das minhas previsões astrais. Tenho saudades das tuas imitações, dos nossos videos, dos teus conselhos (sempre acertados) e de que me relembres constantemente que sou meia avariada das ideias.
Tenho saudades de ouvir o Rachelzinha e que cantes o douda douda. Mesmo.
De qualquer das formas, sempre que bebo café nestas canecas que ouviram tantas histórias, lembro-me dos nossos rituais, e lembro-me de ti. E isso vale o mundo inteiro, porque muita gente não te teve, mas eu meu bem? Eu tenho-te comigo prá vida. (Ora essa!) E mesmo quando for uma velha muito senil, vou contar as nossas peripécias aos nossos netos, e hei de sempre dizer, que a experiência mais fabulosa da minha vida, foi morar contigo. Porque foi. E por isso, não vou ficar triste por me estar a lembrar disto tudo, vou continuar a bebericar o meu cafezol, e fingir por um bocadinho que estou contigo outra vez no sofá, (sim, tu estás embrulhada naquele robe absolutamente nojento, com que andas sempre e eu possivelmente estou irrequieta) mas o importante é que estamos juntas, e independentemente do que se estiver a passar nas nossas vidas no momento, sabemos que estamos lá uma para a outra (que o diga a noite da flower).
Barros, és a melhor amiga que posso ter.
Um beijo da tua tarada preferida.*
Gosto muito de pensar em como isso me lembra de ti, e de quando moravamos as duas juntas, e por mais furiosas que estivessemos com a vida, tomavamos sempre café as duas, com o seu robe, tu a pastar naquele sofá amarelo ranhoso, e eu sentada ao pc, a girar na cadeira na maior parte das vezes, arrastando-me dum lado para o outro da sala, enquanto tu dizias
" - Vê se paras um bocadinho, estou cansada de te ver em movimento", ao que eu geralmente respondia que estava excitada com alguma coisa.
O ritual perpetua-se. Já não vivemos juntas, já não posso contar sempre com o teu abraço (pelo menos in person), já não me mandas chorar, mesmo depois de eu dizer mil vezes que não choro. Não posso reclamar dos homens da minha vida, e muito menos te tenho por perto sempre que me arranjo durante horas a fio, a dizeres "cheiras tão bem..." " a casa cheira toda a ti..." "nunca vi ninguém tão vaidosa..." .
Fazes-me falta, na tua presença e apoio constantes. No pilar que te tornaste na minha vida, e na calma que me transmites. Faz-me falta poder estudar no chão ao teu lado, e poder ir para a janela atirar àgua. Tenho saudades das nossas conversas de adultas, e das minhas previsões astrais. Tenho saudades das tuas imitações, dos nossos videos, dos teus conselhos (sempre acertados) e de que me relembres constantemente que sou meia avariada das ideias.
Tenho saudades de ouvir o Rachelzinha e que cantes o douda douda. Mesmo.
De qualquer das formas, sempre que bebo café nestas canecas que ouviram tantas histórias, lembro-me dos nossos rituais, e lembro-me de ti. E isso vale o mundo inteiro, porque muita gente não te teve, mas eu meu bem? Eu tenho-te comigo prá vida. (Ora essa!) E mesmo quando for uma velha muito senil, vou contar as nossas peripécias aos nossos netos, e hei de sempre dizer, que a experiência mais fabulosa da minha vida, foi morar contigo. Porque foi. E por isso, não vou ficar triste por me estar a lembrar disto tudo, vou continuar a bebericar o meu cafezol, e fingir por um bocadinho que estou contigo outra vez no sofá, (sim, tu estás embrulhada naquele robe absolutamente nojento, com que andas sempre e eu possivelmente estou irrequieta) mas o importante é que estamos juntas, e independentemente do que se estiver a passar nas nossas vidas no momento, sabemos que estamos lá uma para a outra (que o diga a noite da flower).
Barros, és a melhor amiga que posso ter.
Um beijo da tua tarada preferida.*
Subscrever:
Mensagens (Atom)

