8 de abril de 2008
6 de abril de 2008
Eu já não sei quem te abraçou
Diz que eu não senti teu corpo sobre o meu
Quando eu cair eu espero ao menos
Que olhes para trás
Diz que não te afastas
De algo que é também teu!
Não vai haver um novo amor
Tão capaz e tão maior
Para mim será melhor assim...
Vê como eu quero e vou tentar,
Sem matar o nosso amor,
Não achar que o mundo
É feito para nos...
Foi como entrar
Foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga para lembrar
Que há um fim...
Diz que eu não senti teu corpo sobre o meu
Quando eu cair eu espero ao menos
Que olhes para trás
Diz que não te afastas
De algo que é também teu!
Não vai haver um novo amor
Tão capaz e tão maior
Para mim será melhor assim...
Vê como eu quero e vou tentar,
Sem matar o nosso amor,
Não achar que o mundo
É feito para nos...
Foi como entrar
Foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga para lembrar
Que há um fim...
Lado a Lado
Somos dois caminhos paralelos
Vamos pela vida lado a lado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Nem sei qual é de nós mais desgraçado
Lado a lado meu amor mas tão longe
Como é grande a distância entre nós
O que foi que se passou entre nós dois que nos separou
Porque foi que os meus ideais morreram assim dentro de mim
Ombro a ombro tanta vez mas tão longe
Indiferença entre nós quem diria
Custa a crer que tanto amor tão profundo amor tenha acabado
E nós ambos sem amor lado a lado
Fomos no passado um só destino
Somos um amor desencontrado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Não sei qual é de nós mais desgraçado
Somos dois caminhos paralelos
Vamos pela vida lado a lado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Nem sei qual é de nós mais desgraçado
Lado a lado meu amor mas tão longe
Como é grande a distância entre nós
O que foi que se passou entre nós dois que nos separou
Porque foi que os meus ideais morreram assim dentro de mim
Ombro a ombro tanta vez mas tão longe
Indiferença entre nós quem diria
Custa a crer que tanto amor tão profundo amor tenha acabado
E nós ambos sem amor lado a lado
Fomos no passado um só destino
Somos um amor desencontrado
Doidos que nós somos
Loucos que nós fomos
Não sei qual é de nós mais desgraçado
Donna Maria
Composição: Jeronimo Bragança
5 de abril de 2008
"Salvo nos momentos de paixão em que vivemos a tremenda certeza de estarmos a ser quem somos (...) Muito diferente da habitual ansiedade de saber se algo vai ou não acontecer.
A paixão é um engano em que nos queremos enganar mais do que tudo. Uma partida pregada pela vida que depois nos reconduz ao lugar quotidiano ao qual pertencemos e nos vai construindo e desfazendo. Dia a dia, todos os dias.
O castigo de ter querido ser mais do que se é. Do que se pode.
Ela pensa várias vezes em coisas deste tipo. Coisas que apelida do tipo inútil. Que não parecem ajudar. sem aprofundar muito. Com receio de pensar demais nisso e ficar retida algures numa dúvida cheia de perigos..."
in Rosa Vermelha em Quarto Escuro, novo livro de Pedro Paixão
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