Cartaz completo para o Super Bock Super Rock (Porto):
Dia 4 de Julho:
Xutos & Pontapés c/ Orquestra do Hot Club
ZZ Top
Love and Rockets
David Fonseca
Crowded House
Pete tha Zouk (After-Hours)
Dia 5 de Julho:
Jamiroquai
Paolo Nutini
Morcheeba
Jorge Palma
Clã
Brand new Heavies
Sexy Sound System (After-Hours)
O preço para este festival no Porto é de 35€ (dia) e 60€ (2 dias).
5 de abril de 2008
4 de abril de 2008
3 de abril de 2008
You like to be so close, I like to be alone
I like to sit on chairs and you prefer the floor
I'm so provocative, You're so conservative
I'm so adventurous, you're so very cautious,
I thought I knew myself, somehow you know me more
I've never known this, never before
You're the first to make out whenever we are two
Walking with each other, think we'll never match at all, but we do
I like to sit on chairs and you prefer the floor
I'm so provocative, You're so conservative
I'm so adventurous, you're so very cautious,
I thought I knew myself, somehow you know me more
I've never known this, never before
You're the first to make out whenever we are two
Walking with each other, think we'll never match at all, but we do
"A amizade não é amiga do amor. O amor, uma vez concluído, encerra a amizade inicial. Assim que se declara não há volta a dar. A amizade, para poder prosseguir, não pode conhecer a verdade do amor; se o amor irrompe põe-se termo à amizade, se o amor finda, em igual medida, se termina uma amizade."
in Gostar à Bruta
Hoje, eu vou ficar por aqui
Não esperes por mim
Eu já te dei mais do que eu sei
Eu já fui, já andei
Não esperes por mim
E tudo o que eu queria
Um tempo para mim
Sabes bem que é inútil mudar
O tempo faz parte de mim
Hoje vou ficar
Hoje quero ir
Ao fim desse olhar só para te sentir
Hoje parei e pensei outra vez
Não esperes por mim
Eu já mudei mais do que eu sei
Eu já fui, já andei
Não esperes por mim
Não esperes por mim
Eu já te dei mais do que eu sei
Eu já fui, já andei
Não esperes por mim
E tudo o que eu queria
Um tempo para mim
Sabes bem que é inútil mudar
O tempo faz parte de mim
Hoje vou ficar
Hoje quero ir
Ao fim desse olhar só para te sentir
Hoje parei e pensei outra vez
Não esperes por mim
Eu já mudei mais do que eu sei
Eu já fui, já andei
Não esperes por mim
30 de março de 2008
"Posso ter defeitos, viver ansioso
e ficar irritado algumas vezes mas
não esqueço de que minha vida é a
maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.
e ficar irritado algumas vezes mas
não esqueço de que minha vida é a
maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale
a pena viver apesar de todos os
desafios, incompreensões e períodos
de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor
da própria história. É atravessar
desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da
sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã
pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios
sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma
crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir
um castelo…”
Fernando Pessoa
sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma
crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir
um castelo…”
Fernando Pessoa
O lenço que me ofertaste
Tinha um coração no meio
Quando ao nosso amor faltaste
Eu fui-me ao lenço e rasguei-o
Ainda me lembro esse lenço
vindo do teu seio turvo
escondi-o ainda humido
o peito de fogo intenso,
e se acaso hoje penso
do qual infantil receio
muito orgulhoso guardei-o
lamento a minha loucura
porque esse lenço perjura
tinha um coraçao no meio
esse coração bordado
por triste sina era o meu
e por isso ele morreu
onde o lenço foi rasgado
foi-se a chama do passado
foi-se a chama do passado
pois em cinzas, sepultaste
esse amor que atraiçoaste
(...)
Os teus olhos eram dois lagos
lascivo, era o teu seio
foi tudo éfemero enleio
breve e fugaz ilusão
Magoaste o meu coração...
fui-me ao lenço e rasguei-o.'
Tinha um coração no meio
Quando ao nosso amor faltaste
Eu fui-me ao lenço e rasguei-o
Ainda me lembro esse lenço
vindo do teu seio turvo
escondi-o ainda humido
o peito de fogo intenso,
e se acaso hoje penso
do qual infantil receio
muito orgulhoso guardei-o
lamento a minha loucura
porque esse lenço perjura
tinha um coraçao no meio
esse coração bordado
por triste sina era o meu
e por isso ele morreu
onde o lenço foi rasgado
foi-se a chama do passado
foi-se a chama do passado
pois em cinzas, sepultaste
esse amor que atraiçoaste
(...)
Os teus olhos eram dois lagos
lascivo, era o teu seio
foi tudo éfemero enleio
breve e fugaz ilusão
Magoaste o meu coração...
fui-me ao lenço e rasguei-o.'
Tiago Bettencourt - O lenço
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