
25 de novembro de 2007
in voga
Mobiliário Alta Costura
Vai uma casa Armani? D&G ou Versace? Quem sabe um Gucci?
Vai uma casa Armani? D&G ou Versace? Quem sabe um Gucci?
(me parece muy bien)
Facultis
Tão orgulhosa do meu trabalho feito em Excel/Power Point/ Word, que até me apetece celebrar.
- Está "per se", muito profissional Srª Drª.
- Está "per se", muito profissional Srª Drª.
Close (Telepopmusik)
I don’t put a smile upon your face no more
I can’t make your heart shine like it did before
You don’t listen to my stories anymore
You can’t comfort me the way you did before
Was I too loud, was I too bad
Was I too open
Was I too high, was I too fast
Was I too close
I don’t feel your lips like the first kiss
I’d rather run away than sit to face the truth
Was I too proud, was I too hopeful
Was I too needing
Was I too crazy, was I too long
Was I too giving
No matter how far, no matter how long
I will be there
I can’t make your heart shine like it did before
You don’t listen to my stories anymore
You can’t comfort me the way you did before
Was I too loud, was I too bad
Was I too open
Was I too high, was I too fast
Was I too close
I don’t feel your lips like the first kiss
I’d rather run away than sit to face the truth
Was I too proud, was I too hopeful
Was I too needing
Was I too crazy, was I too long
Was I too giving
No matter how far, no matter how long
I will be there
24 de novembro de 2007
23 de novembro de 2007
Teorias
Acerca de uma rapariga ter estado com X homens na mesma noite:
" Ora, ela ia curtindo com cada um deles, e ia vendo "Não és o meu príncipe encantado. NEXT.".
" Ora, ela ia curtindo com cada um deles, e ia vendo "Não és o meu príncipe encantado. NEXT.".
by Fif's*
"E depois, imagina tu, o que pode acontecer. Não acontecer nada. É demasiado perigoso, imprevisível, impossível de controlar, deve ser morto logo que apareça, como uma criança antes de o ser. A vida é sempre a mesma e diferente. A náusea, sabes o que é? Se quiseres podes ir ao dicionário. Mas não vais saber. Já te disse, não vale a pena dizer outra vez.
Não te quero ver. Para fazer o quê? Não me lixes, merda. Acaba com isto que eu não aguento mais. Abraça-me e cala-me com a tua boca sobre a minha. Já, que eu não aguento mais."
Pedro Paixão, in Muito, Meu Amor
História da Maria e do João
- Maria, quero tanto saber de ti, saber como estás… podiamos ir tomar um simples café. Não te peço mais… eu respeito qualquer vontade tua, mas, tu foste a minha grande paixão. Perdoa-me… eu tinha os últimos exames, tu sabes… - Respira fundo.
- Eu também tinha exames! Por pouco não entrava na faculdade devido à depressão em que me deixaste… mas consegui! Passado poucos meses ainda descobri que namoravas com outra pessoa! Mas, meu caro, ultrapassei e estou aqui. E não, não vou tomar café nenhum, é como já te disse, para mim morreste!
- Um só café Maria, um só….
- Este assunto está morto há muitos anos, não vejo nenhum motivo que me leve a aceitar o teu convite. – Respira fundo e acalma-se.
- Apenas para nos rever-mos, para falar-mos sobre o que se passou. Quero ver nos teus olhos que me perdoaste. Não me negues isso. Preciso disso.
- Estás em tom de cobrança. Eu não tenho que te dar nada.
- Pois não, não tens. Mas eu mudei Maria. Acredita nisso. – Suspira.
- Não tenho de acreditar em nada. Tu não foste assim um marco tão importante na minha vida, percebes?... – Deliciou-se com o que disse.
- Eu não estou perdoado, pois não? Estou apenas esquecido, arrumado, metido em algum canto da tua vida sem honra de menção? Estou?
Não, ele não estava e nunca esteve perdoado. Foi apenas metido a um canto pouco honroso das páginas da sua memória.
Acordou do transe.
- João, vai-te foder!
- Eu também tinha exames! Por pouco não entrava na faculdade devido à depressão em que me deixaste… mas consegui! Passado poucos meses ainda descobri que namoravas com outra pessoa! Mas, meu caro, ultrapassei e estou aqui. E não, não vou tomar café nenhum, é como já te disse, para mim morreste!
- Um só café Maria, um só….
- Este assunto está morto há muitos anos, não vejo nenhum motivo que me leve a aceitar o teu convite. – Respira fundo e acalma-se.
- Apenas para nos rever-mos, para falar-mos sobre o que se passou. Quero ver nos teus olhos que me perdoaste. Não me negues isso. Preciso disso.
- Estás em tom de cobrança. Eu não tenho que te dar nada.
- Pois não, não tens. Mas eu mudei Maria. Acredita nisso. – Suspira.
- Não tenho de acreditar em nada. Tu não foste assim um marco tão importante na minha vida, percebes?... – Deliciou-se com o que disse.
- Eu não estou perdoado, pois não? Estou apenas esquecido, arrumado, metido em algum canto da tua vida sem honra de menção? Estou?
Não, ele não estava e nunca esteve perdoado. Foi apenas metido a um canto pouco honroso das páginas da sua memória.
Acordou do transe.
- João, vai-te foder!
Retirado daqui: Retratos de Aragana
21 de novembro de 2007
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