13 de novembro de 2007
Adormecido
No cenário da tua vida aclamas noites alucinantes de gentes estonteantes que são tanto como tu - No teatro do teu olhar há quem note que a coragem não passa de uma miragem com preguiça de gritar - No repetir do teu mostrar inventaste uma história que em ti não há memória porque sabes que não é tua -
Houve alguém que te conheceu
que te faz tremer ao passar
porque nunca deixaste deixaste de amar...
Houve alguém que te conheceu
que te faz tremer ao passar
porque nunca deixaste deixaste de amar...
Continuas a ensaiar a conveniência do sorriso - o planear do improviso que te faz sentir maior - no artifício dos teus gestos pensas abraçar o mundo quando nem por um segundo te abraças a ti mesmo - e assim vais vivendo e assim vais andando aí e assim vais perdendo em ti tudo aquilo que nunca foste...
Houve alguém que te conheceu
que te faz tremer ao passar
porque nunca deixaste de amar...
Quando um dia acordares numa noite sem mentira e te vires onde não estás vais querer voltar para trás.
Toranja
"Não é de ti que tenho saudade, o que faz o ar gelar à minha volta. É de alguma coisa que se perdeu para sempre, por descuido. A tua imagem inscrita, enclítica, numa redonda folha de tempo. Ninguém poderá reaver-te, nem a memória. Uma faca fere-me a respiração quando assim te tenho. A isto chamo morte, amor, uma indizível palavra. E vens a mim quando por ti chamo, calado.
(...)
Em qualquer parte existes. Com outras pessoas, perto ou longe, no mesmo compasso de tempo. Falho todas as adivinhas. Tão suave e cruel este latejar que separa e aproxima os nossos corações.
Isto são pedaços de cartas que escrevo na cabeça sabendo de antemão que as não envio. Cartas românticas que me escrevo, com as quais me engano.
A verdade é outra e terrível. O meu amor morreu num corpo que continua vivo.»
(...)
Em qualquer parte existes. Com outras pessoas, perto ou longe, no mesmo compasso de tempo. Falho todas as adivinhas. Tão suave e cruel este latejar que separa e aproxima os nossos corações.
Isto são pedaços de cartas que escrevo na cabeça sabendo de antemão que as não envio. Cartas românticas que me escrevo, com as quais me engano.
A verdade é outra e terrível. O meu amor morreu num corpo que continua vivo.»
in Saudades de Nova Iorque, Pedro Paixão
Ensaio sobre a cegueira
«Estreia em 2008
Blindness vai ser o título do filme realizado por Fernando Meirelles a partir do livro Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago.
O escritor está entusiasmado por saber que o seu romance Ensaio sobre a Cegueira vai ser adaptado para cinema pelo realizador brasileiro Fernando Meirelles.»
Blindness vai ser o título do filme realizado por Fernando Meirelles a partir do livro Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago.
O escritor está entusiasmado por saber que o seu romance Ensaio sobre a Cegueira vai ser adaptado para cinema pelo realizador brasileiro Fernando Meirelles.»
Pablo Dominguez
Um dia vai entender que você pra mim é tudo
E a energia que tu passa me faz crer
Que nessa vida tudo pode acontecer
É so acreditar, não basta só querer..
Tem que correr atrás, tem que fazer valer
12 de novembro de 2007
11 de novembro de 2007
Brasis
Seu Jorge
Tem um Brasil que é próspero
Outro não muda
Um Brasil que investe
Outro que suga...
Um de sunga
Outro de gravata
Tem um que faz amor
E tem o outro que mata
Brasil do ouro
Brasil da prata
Brasil do balacochê
Da mulata...
Tem um Brasil que é lindo
Outro que fede
O Brasil que dá
É igualzinho ao que pede...
Pede paz, saúde
Trabalho e dinheiro
Pede pelas crianças
Do país inteiro
Lararará!...
Tem um Brasil que soca
Outro que apanha
Um Brasil que saca
Outro que chuta
Perde, ganha
Sobe, desce
Vai à luta bate bola
Porém não vai à escola...
Brasil de cobre
Brasil de lata
É negro, é branco, é nissei
É verde, é índio peladão
É mameluco, é cafuso
É confusão
É negro, é branco, é nissei
É verde, é índio peladão
É mameluco, é cafuso
É confusão...
Oh pindorama eu quero
Seu porto seguro
Suas palmeiras
Suas feiras, seu café
Suas riquezas
Praias, cachoeiras
Quero ver o seu povo
De cabeça em pé...
Quero ver o seu povo
De cabeça em pé...
Tem um Brasil que é próspero
Outro não muda
Um Brasil que investe
Outro que suga...
Um de sunga
Outro de gravata
Tem um que faz amor
E tem o outro que mata
Brasil do ouro
Brasil da prata
Brasil do balacochê
Da mulata...
Tem um Brasil que é lindo
Outro que fede
O Brasil que dá
É igualzinho ao que pede...
Pede paz, saúde
Trabalho e dinheiro
Pede pelas crianças
Do país inteiro
Lararará!...
Tem um Brasil que soca
Outro que apanha
Um Brasil que saca
Outro que chuta
Perde, ganha
Sobe, desce
Vai à luta bate bola
Porém não vai à escola...
Brasil de cobre
Brasil de lata
É negro, é branco, é nissei
É verde, é índio peladão
É mameluco, é cafuso
É confusão
É negro, é branco, é nissei
É verde, é índio peladão
É mameluco, é cafuso
É confusão...
Oh pindorama eu quero
Seu porto seguro
Suas palmeiras
Suas feiras, seu café
Suas riquezas
Praias, cachoeiras
Quero ver o seu povo
De cabeça em pé...
Quero ver o seu povo
De cabeça em pé...
9 de novembro de 2007
8 de novembro de 2007
7 de novembro de 2007
" .. Se eu fosse prostituta, ou rasgada .."
Er... I'm sorry, mas o Festival Erótico foi em Agosto?
E que raio faz aí o "CREDIAL"? hun? É um qualquer sponser que arranjaste para te pagar as agulhas e linhas para tricotares fofa? Sim, porque tu não és "rasgada", és dilacerada, mastigada e afins. Rasgada? Não... isso é coisa de virgem recente.
Er... I'm sorry, mas o Festival Erótico foi em Agosto?
E que raio faz aí o "CREDIAL"? hun? É um qualquer sponser que arranjaste para te pagar as agulhas e linhas para tricotares fofa? Sim, porque tu não és "rasgada", és dilacerada, mastigada e afins. Rasgada? Não... isso é coisa de virgem recente.
Pedagogia
Porque eu, como futura médica de renome, tenho de me tornar culta desde já, pelo que passei a tarde a intelectualizar-me e a inteirar-me sobre ciência de topo.Como diria o Dr. Bruce: "Indeed, that's a very very good project!"
Mapa Genético do Cancro
Conferencista: Bruce PonderDirector Cancer Research UK, Universidade de Cambridge, Reino Unido
Comentador: Carlos Caldas
Professor de Oncologia, Universidade de Cambridge, Reino Unido
6 de novembro de 2007
Motel
Andava eu qual turista em Lisboa, pelos lados da Nova, quando avisto, assim muito ao longe algo que dizia MALHOA em letras berrantes vermelhas.
Momento zen: " Fuma tabaco!".
Momento não-tão-zen mais all-bran.kind.of.shit.: Lisboa tem, (e pasmem-se as almas) um hotel chamado SANA MALHOA.
(Ok, minuto de inspiração profunda.)
MEDITO:
Hipótese A: será que o hotel foi construido pela minha querida Mamalhoa? Neste caso faria sentido o Sana, em virtude da deficiência profunda que ela tem na língua face às constantes ......vá "pregadeiras" que faz, e que lhe provocam torcicolos na língua conduzindo à introdução de S antes de todas as palavras.
Ex: "SSSollaaaa eu souu a SSSana SSSmalhoaSSS."
Hum, maybe, mas o Hotel fica-me preso. Motel, ainda vá, agora hotel... nao me cheira. A menos que ela tenha feito pregadeiras também aos qualificadores da indústria hoteleira.
Hipótese B: a Sana que devia estar nas alturas, é nem mais nem menos que a falecida, seja l´quem ela for, a quem a Mamalhoa dedicou o "Like a prayer", e que voltou lá dos céus para nos atentar, naquele pseudo antro da IURDE.
Céus, qualquer diz também temos o Cid Hotel, Russss Marlene Savoy , e o Carreira Ritz.
Mais informações sobre este antro de devassos em
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