"As pessoas nem sempre estão disponíveis. E é uma realidade nem sempre fácil de aceitar. Não podemos estar sempre à espera que os outros reajam como esperamos, e principalmente como achamos que merecemos, porque esta é uma das principais premissas para a redonda desilusão. Há que manter presente que ninguém adivinha o que nos vai na cabeça e mesmo quando adivinham, nem sempre lidam com isso da forma que esperamos. Quantas vezes damos por nós a ouvir sermões intermináveis, ou frases implacáveis, ou a ser arrastados para ambientes de festa, quando na verdade um abraço forte e silencioso era tudo o que precisávamos? Ser autosuficiente é muito difícil para a maioria das pessoas. A necessidade compulsiva de reconhecimento e aceitação por parte do outro faz com que coisas pequeninas como dizer "não" custem horrores. É uma batalha difícil. Mas há que manter presente que não estamos a lutar contra os outros. Estamos a lutar por nós."
Tu eras também uma pequena folha que tremia no meu peito. O vento da vida pôs-te ali. A princípio não te vi: não soube que ias comigo, até que as tuas raízes atravessaram o meu peito, se uniram aos fios do meu sangue, falaram pela minha boca, floresceram comigo.
De todos os que me beijaram, De todos os que me amaram, Já nem lembro, nem sei São tantos os que me beijaram, São tantos os que beijei Mas tu, que rude contraste, Tu que jamais me beijaste, Tu que jamais abracei Só tu nesta alma ficaste. De todos os que me amaram, De todos os que amei.
Os Livros na estante já não tem mais tanta importância Do muito que li, do pouco que sei, nada me resta A não ser, a vontade de te encontrar O motivo eu já nem sei, nem que seja só para estar ao seu lado, Só pra ler no seu rosto Uma mensagem de Amor,
A noite eu me deito, então escuto a mensagem do ar Vagando entre os astros, nada me move nem me faz parar A não ser, a vontade de te encontrar O motivo eu já nem sei, nem que seja só para estar ao seu lado, Só pra ler no seu rosto Uma mensagem de Amor