Algo nos quis nus nos fala ao umbigo algo nos diz nus e nos veste à pressa e ao avesso quais fabulosos bonecos de costuras aparentes e risonha bainha algo nos pousa no centro do mundo e na cama da vizinha
- Adoro esta música! - Eu também! - diz ela, contendo a parte do " porque me lembra de ti ". As coisas que ficam por dizer. O rio a estender-se até à Foz. Sempre o rio. E a música até ao fim da estrada cantada pelos dois. Nenhum deles sabe o que o outro pensa, nem se atreve a perguntar. A intensidade do desconhecimento. - Cada vez mais acredito que a vida é feita de momentos. - Também eu.
Tive o sonho mais absurdo da minha vida. Como é possível em menos de 5 minutos sonhar com alguém, com a cor rosa, com cartas e jornais, com um nome ( Telma Pereira, se estás por aí fofa, apresenta-te ao serviço) e com biquinis?
Tu tens um medo: Acabar. Não vês que acabas todo o dia. Que morres no amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que te renovas todo o dia. No amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que és sempre outro. Que és sempre o mesmo. Que morrerás por idades imensas. Até não teres medo de morrer.
You're only just a dreamboat Sailing in my head You swim my secret oceans Of coral blue and red Your smell is incense burning Your touch is silken yet It reaches through my skin And moving from within It clutches at my breast
But it's only when I sleep See you in my dreams You got me spinning round and round Turning upside-down
6 de agosto de 2007
" - Did you know. . . I hardly remembered you. - Hardly remembered? - I mean. . . I mean it's always the same. Each time I see you. You happen to me all over again."