do magnífico blog Gostar á bruta
30 de junho de 2007
Desires
I want you stronger
I want you harder!
I want you mine
Come now I'll make you mineeee
Mineeeeeeeeeeeeeee
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Palpita-me que a banda sonora deste Verão vai ser um tanto ou quanto spicy. Por dios!
I want you harder!
I want you mine
Come now I'll make you mineeee
Mineeeeeeeeeeeeeee
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Palpita-me que a banda sonora deste Verão vai ser um tanto ou quanto spicy. Por dios!
Amnésia
Quando nos esquecemos de algo que há uma semana atrás era das coisas mais importantes que tinhamos para fazer.
29 de junho de 2007
Estímulo Intelectual #1
Buddies
A amizade é uma condição que nunca pode ser excepcional. Tem de ser habitual e eterna e previsível. E a economia dela nota-se mais quando reparamos que, sempre que não estamos com os nossos amigos, estamos sempre a falar deles. É bom dizer bem de um amigo, sem que ele venha a saber que dissemos. E ter a certeza que ele faz o mesmo, pensando que nós não sabemos.
A amizade vale mais que a razão, o senso comum, o espírito crítico e tudo o mais que tantas vezes justifica a conversação, o convívio e a traição. A amizade tem de ser uma coisa à parte, onde a razão não conta. Ter um amigo tem de ser como ter uma certeza. Num mundo onde certezas, como é óbvio, não há.
Para os amigalhaços, que estão para a «amizade livre» como os hippies estão para o «amor livre», um amigo não é mais que um ponto útil numa rede de relações. É um «contacto». É um capital. Ser amigo sem esforço, sem sacrifício, é ser amigo sem amizade. Gostar das pessoas é fácil. Ser amigo delas não é. Mas as coisas que valem a pena não podem deixar de ter a pena que valem. É pena não se poder ser amigo de toda a gente, mas um só amigo vale mais do que toda a gente. Porquê? Sei lá. Mas vale.
Miguel Esteves Cardoso, in "Os meus problemas"
A amizade vale mais que a razão, o senso comum, o espírito crítico e tudo o mais que tantas vezes justifica a conversação, o convívio e a traição. A amizade tem de ser uma coisa à parte, onde a razão não conta. Ter um amigo tem de ser como ter uma certeza. Num mundo onde certezas, como é óbvio, não há.
Para os amigalhaços, que estão para a «amizade livre» como os hippies estão para o «amor livre», um amigo não é mais que um ponto útil numa rede de relações. É um «contacto». É um capital. Ser amigo sem esforço, sem sacrifício, é ser amigo sem amizade. Gostar das pessoas é fácil. Ser amigo delas não é. Mas as coisas que valem a pena não podem deixar de ter a pena que valem. É pena não se poder ser amigo de toda a gente, mas um só amigo vale mais do que toda a gente. Porquê? Sei lá. Mas vale.
Miguel Esteves Cardoso, in "Os meus problemas"
Masterpiece
" - Eu sou feliz pelo que tenho e pelo que faço, e não pelo que digo que tenho e digo que faço."
28 de junho de 2007
Ponto final
Quando é que se ultrapassa verdadeiramente um affair que ficou em àguas de bacalhau para o nosso lado? Quando é que nós almas carentes e chorosas, postas de parte por alguém de quem gostavamos mesmo, sabemos que já ultrapassamos a situação e que estamos prontas a seguir em frente?
Esta é decerto uma questão que muita gente gostaria de ver respondida, inclusivé eu, mas o que posso adiantar é que infelizmente não há tempo nem medida para que isso aconteça. Abaixo os mitos urbanos de "comer uma réplica dele em chocolate ajuda!" ou "vai para a cama com 7856 gajos que isso passa-te". Não adianta! Nem é tão pouco viável que nos auto-conveçamos que já o esquecemos, porque embora isso ajude, interiormente sabemos sempre que ele está lá. Vai e volta, muito ao género TPM.
Não há métodos simples e eficazes para esquecer alguém. Simplesmente acontece. Ou melhor, vai acontecendo, num crescendo "au contraire" que começa com o choque inicial, em que temos de nos habituar a estar de um momeno para outro sem alguém que nos era praticamente indispensável, e que se vai dissipando ao longo do tempo, até ao dia em que quando damos por nós, e nos perguntam se estamos a pensar na "morte da bezerra", verificamos que estamos realmente a tentar entender se ela se enforcou ou pulou do abismo, e não a relembrar o nosso ex-objecto de desejo, como era costume até então.
E digo desde já que o mais chocante nesta odisseia acaba por nem ser o impacto inicial, mas sim o momento em que nos apercebemos que afinal ele já não mexe connosco, que se tornou indiferente. Aquela altura em que as memórias passam efectivamente ao estado de memórias, no pretérito perfeito, e não em esperanças de que tudo aconteça novamente.
O meu caso está definitivamente resolvido e arrumado, mas só percebi isso há momentos. Estás onde devias estar. Adeus e até sempre.
Esta é decerto uma questão que muita gente gostaria de ver respondida, inclusivé eu, mas o que posso adiantar é que infelizmente não há tempo nem medida para que isso aconteça. Abaixo os mitos urbanos de "comer uma réplica dele em chocolate ajuda!" ou "vai para a cama com 7856 gajos que isso passa-te". Não adianta! Nem é tão pouco viável que nos auto-conveçamos que já o esquecemos, porque embora isso ajude, interiormente sabemos sempre que ele está lá. Vai e volta, muito ao género TPM.
Não há métodos simples e eficazes para esquecer alguém. Simplesmente acontece. Ou melhor, vai acontecendo, num crescendo "au contraire" que começa com o choque inicial, em que temos de nos habituar a estar de um momeno para outro sem alguém que nos era praticamente indispensável, e que se vai dissipando ao longo do tempo, até ao dia em que quando damos por nós, e nos perguntam se estamos a pensar na "morte da bezerra", verificamos que estamos realmente a tentar entender se ela se enforcou ou pulou do abismo, e não a relembrar o nosso ex-objecto de desejo, como era costume até então.
E digo desde já que o mais chocante nesta odisseia acaba por nem ser o impacto inicial, mas sim o momento em que nos apercebemos que afinal ele já não mexe connosco, que se tornou indiferente. Aquela altura em que as memórias passam efectivamente ao estado de memórias, no pretérito perfeito, e não em esperanças de que tudo aconteça novamente.
O meu caso está definitivamente resolvido e arrumado, mas só percebi isso há momentos. Estás onde devias estar. Adeus e até sempre.
Ladies*
- Tu andas a drogar-te.
- Claro! Ando a tomar cápsulas com esperma. Cega e louca!
- Hum .. eu essas abro e bebo o conteúdo. (...e prossegue...) Bem sabes que não gosto de coisas duras na garganta. Trinco tudo.
Speechless
- Claro! Ando a tomar cápsulas com esperma. Cega e louca!
- Hum .. eu essas abro e bebo o conteúdo. (...e prossegue...) Bem sabes que não gosto de coisas duras na garganta. Trinco tudo.
Speechless
Requinte introspectivo
As minhas grandes paixões não são paixões. São desafios que quando se tornam ligeiramente mais sofisticados passam a ser cotados como "must have".
Espertas são as criaturas que se sabem armar em inalcançáveis.
Espertas são as criaturas que se sabem armar em inalcançáveis.
d'Issey
Ha ja algum tempo que nao te vejo, baby
Tentei telefonar mas nao consegui
De vez em quando vejo alguém que me fala de ti
Que estas mais feliz e encontraste alguém
Tu nao serves para mim
O amor é cego mas eu vi
Como posso ter-te assim
O coracao nao estava aqui
Tu nunca pensaste em mim...
Huuu! Eu nao consigo deixar
Eu sei que nao me queres mas nao consigo evitar
Huuu! Ainda sinto o perfume no ar...
Vou ali comprar Oust e já cá volto.
Tentei telefonar mas nao consegui
De vez em quando vejo alguém que me fala de ti
Que estas mais feliz e encontraste alguém
Tu nao serves para mim
O amor é cego mas eu vi
Como posso ter-te assim
O coracao nao estava aqui
Tu nunca pensaste em mim...
Huuu! Eu nao consigo deixar
Eu sei que nao me queres mas nao consigo evitar
Huuu! Ainda sinto o perfume no ar...
Gutto - Tu não serves para mim
Se não fosse tão sensível a cheiros, e se não gostasse tanto do teu perfume, tudo seria bem mais fácil. Como é possível ainda me cheirar a ti de quando em vez? Por amor da santa e dos restantes polteirgestzinhos lá de cima!!Vou ali comprar Oust e já cá volto.
X-files
Mais vale ter um ex, do que um caso mais resolvido. Pelo menos o primeiro já está categorizado, enquanto o segundo insistimos em meditar sobre os próximos episódios, ainda que sem certezas de que a saga terá continuação.
Cheira-me que vou começar a classificar histórias mal resolvidas, como casos encerrados, assim sempre dá para arquivar. Estou mais que cansada da fase processual da coisa.
Palavra de Frígida.
Nova teoria da selecção
Parece-me que a dificuldade em encontrar alguém que me satisfaça mesmo, está intimamente relacionada com o facto de eu saber exactamente o que me desagrada (e que não são assim tão poucas coisas quanto isso).
Eu já de mim não sou facilmente agradada; isto aliado ao facto de quando me interesso por algum ter tendência a compará-lo com o melhor de todas as pessoas com quem andei pseudo, ou efectivamente envolvida, não deixa grande espaço para aventuras. Não é uma questão de esquisitice, é uma questão de selectividade.
Se há uns que se contentam com qualquer coisa, na minha vida, o sucesso diferencial dos machos é determinado por mim. Aliás, por mim, e pelo meu já de si enaltecido, desejo de requinte.
Eu já de mim não sou facilmente agradada; isto aliado ao facto de quando me interesso por algum ter tendência a compará-lo com o melhor de todas as pessoas com quem andei pseudo, ou efectivamente envolvida, não deixa grande espaço para aventuras. Não é uma questão de esquisitice, é uma questão de selectividade.
Se há uns que se contentam com qualquer coisa, na minha vida, o sucesso diferencial dos machos é determinado por mim. Aliás, por mim, e pelo meu já de si enaltecido, desejo de requinte.
27 de junho de 2007
Love
Intimidade. Pretende-se.
E por intimidade que não se entenda sexo. Sexo acho que é facílimo de encontrar, basta abrir as perninhas e está mais que no ir. Já intimidade, presume que os intervenientes tenham no mínimo dos mínimos um elevado conhecimento mútuo. Busco intimidade mais do que sexo, that's for sure.
A reter:
Breve tratado das coisas que me deixam verde (naquelas alturas em que ainda estou a avaliar o Y em questão):
- Mau hálito. Não posso, nem tolero. Que aconteça uma vez porque se comeu isto ou aquilo? Tudo bem. Sistemáticamente? Hum, a menos que eu esteja sem olfacto, começa a criar-se a idea na minha cabeça de que estou prestes a beijar uma foca e não um potencial companheiro de espécie.
- Unhas grandes. Nunca, jamais, em tempo algum. A unhas da relação sou eu. Ponto.
- Cera nos ouvidos. Sem comentarios
- Mascar pastilhas de boca aberta
- Limpar a boca á parte de fora do guardanapo
- Amarrotar o guardanapo
- Não saber por os talheres no prato.
- Meias brancas (estes nem chegam a fazer parte das hipóteses viavéis. Não consigo mesmo. Meia branca pra mim = Fuga do diabo)
- Depilação. Com que cara? " - Olha, não fiz a depilação. " " - Eu também não. Damn!"
- Não saber dançar
- Não ser cavalheiro
- Dizer palavras como "arrotar, peido" ou coisas desse género. Odeio ouvir isso. Odeio mesmo!
- Nãu usar um bom perfume. Não resulta mesmo. Sou sensível a cheiros.
- Sapatos/Sapatilhas sujos.
- Utilização massiva do telemóvel. Também eu sou viciada, mas enquanto estou com alguém, potencialmente candidato, tento não andar sempre a ver o telefone. É de bom tom, digo eu ...
Mais coisas a adicionar?
Do cavalheirismo:
Ele há coisas que nunca pensei vir a dar importância, mas o processo de desenvolvimento de uma lady tem destas coisas.
Onde já se viu um Y não dar cedência de passagem a uma Lady? Ou pagar a refeiçãozinha, mesmo que seja num Mcdonalds? Ou perguntar: "Queres que te leve as coisas?
Juro que não entendo aqueles atarantados que se metem à minha frente, que me deixam pedir as coisas e ficam à espera que eu pague, e pior, aqueles que me vêem armada em burro de carga, e vão de mãos a abanar.
Por essas e por outros meus caros, é que uns passam à categoria de Ex. Sim, estou de olho no pormenor, e depois?
Onde já se viu um Y não dar cedência de passagem a uma Lady? Ou pagar a refeiçãozinha, mesmo que seja num Mcdonalds? Ou perguntar: "Queres que te leve as coisas?
Juro que não entendo aqueles atarantados que se metem à minha frente, que me deixam pedir as coisas e ficam à espera que eu pague, e pior, aqueles que me vêem armada em burro de carga, e vão de mãos a abanar.
Por essas e por outros meus caros, é que uns passam à categoria de Ex. Sim, estou de olho no pormenor, e depois?
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