21 de junho de 2007

Jura, que vais ficar com ela dura

O Penim e a Teresa Guilherme são uns devassos. Esta é a única conclusão possível depois de se associar o anúncio "o filme das nossas vidas" à telenovela que este promovia, "Jura". Ou isso ou sou o único que não vive num filme pornográfico.
Importa dizer que a qualidade até nem é má de todo. Por oposição às novelas da TVI, em que parece que todos os actores foram sedados, a acção da novela da SIC é vertiginosa: A velocidade com que a actriz Patrícia Tavares sobe a saia só encontra paralelo na rapidez com que o, aham..., actor Pepê Rapazote desce as calças. Sem dúvida que a SIC fez um esforço para beber os ensinamentos dos filmes pornográficos. Também na novela, o argumento (sim, existe um argumento) parece ser pretexto para que haja uma cena de sexo em cada cinco minutos. Nunca o Rui Veloso sonhou que iria compôr a banda sonora de uma produção deste género.
Por falar em género, esperemos que a novela não mude do erótico para o terror. Dado o voluntarismo com que o personagem Fernando, interpretado pelo Pepê Rapazote, mas que raio de mãe é que dá um nome destes ao filho, se atira a tudo o que ande (incluindo uma gaja que faz dois dele e cuja voz de bagaço impõe respeito ao Darth Vader) todos os telespectadores tremem de medo ante a possibilidade de a SIC introduzir a bestialidade nos canais de sinal aberto. Já faltou mais.

Mas o mais ridículo é o final de cada episódio. O que deveria ser um momento de alívio e contentamento para todos os telespectadores é transformado num martírio pelo locutor de serviço, que resolve opinar sobre o episódio do dia, fazendo uma longa reflexão e terminando a dizer que vai pensar sobre o assunto. Seria um valor acrescentado para os filmes pornográficos se lá tivessem este gajo a dar uma de intelectual: "Tanto Jenna Jameson como o marido vivem absorvidos pela carreira... (pausa para reflexão) o afastamento vivido pelo casal e a carência de afectos que daí advém levam a que a consultora procure a aventura junto de Nacho Vidal, um moço de entregas que transporta consigo uma encomenda de 20 centímetros. O resultado (nova pausa) é um tórrido jogo de sedução que culmina num entusiasmante fellatio, um apaixonado cunnilingus, e uma envolvente cópula seguida de um inesperado cumshot na face da empresária (pausa um pouco mais longa). Foi preciso procurar fora da relação para viver novas sensações. Será que Jenna teria oportunidade de vivenciar o prazer anal com o marido? Hoje apetece-me pensar nisso..."



Sim, porque no meio desta chuva toda de Verão, ele há coisas que me fazem rir.

Burn in Hell

Wikipedia: A primeira pilha elétrica foi criada em 1800 pelo cientista italiano Alessandro Volta.

Espero que ardas no inferno! Tu e a grande caprina da Ministra da Educação, que apesar de ser mulher, não lhe vejo grande utilidade.

Se eu te apanho, dou-te tantas meu camelo!

Se eu descubro o filho da putting que inventou as pilhas, juro que lhe meto 10 AA em fila, pelo recto acima.
EU SOU UMA LADY! Uma lady não tem de saber se os electrões na pilha vão do cátodo para o ânodo, ou do ânodo para o cátodo, for god's sake! É que só começa a faltar-me a parte do halterofilismo para ficar um Nacho Vidal.

Esticulos'Dei

Possíveis pedidos de sanção da Belinha:

- Chibata-me com os "esticulos"!

- "Amanda-me" com o canal deferente!

- Dá-me com a túnica albugínea!

- "Deslarga-me" com a próstata nos queixos!

- Afaga-me com o epidídimo!


E depois é rezar 50 pais-nossos e o caso tá resolvido.

20 de junho de 2007

Cê tá boa?



Da janela vê-se o Corcovado
O Redentor que lindo

Quero a vida sempre assim com você perto de mim
Até o apagar da velha chama ..

Máximas das Desesperadas #1

"Everyone in the world needs someone they can depend on. Be they faithful friends, determined advocates, or a loving family. But occasionally in life, the people we thought would always be there for us…leave. And if that happens, it’s amazing the lengths we’ll go to, to get them back."

à Posteriori

" Estou cansada de não fazer um cu. Amanhã vou tentar não fazer um rabo. "
Ele há grandes pensadores no mundo.

Nova teoria da perna aberta

é a Natália Embrulha com retinol a menos, e a Paris Milton com rAtinol a mais.

Dos hectares

Eu respeitava o espaço dele. Só não respeitava a àrea de espaço que ele queria. 510659868 metros quadrados era demasiado longe para mim.

Contradições

Descobri pela leitura do blog que só tenho momentos de amor e de ódio. Não tenho as alturas ditas "normais". "- És inconstante.". Palavra?

As Ipirangas ( se for a cousa q'eu penso)

Irrita-me ver como nós mulheres somos susceptíveis a sofrer pelos nossos ditos "mais-que-tudo", só porque parece estar institucionalizado que assim deve ser. Nós temos de ser educadas, não podemos fazer peixeirada, e muito menos manifestar o nosso desagrado face a certas e determinadas coisas que nos deixam a hipófise num flood constante. O que digo eu a isto? UMA MERDA É QUE NÃO PODEMOS! Como dizia aqui :

" Os amores são bons quando fazem as pessoas felizes (ponto!). Um amor bom cansa, dá trabalho e, sobretudo, sabe ficar em silêncio – não dizendo nada, diz Tudo. Porque silêncio é respeito. Mais, um amor bom não deve concordar com tudo, pelo contrário, deve abrir novos mundos, novas perspectivas, novas pequenas certezas. No meio de tudo isto vamos errando, pedindo desculpas, criando e construindo. Nunca fazendo o que o outro(a) quer, mas o que se deve. Constrói-se respeitando o espaço de ambos, ao invés de uma clausura sufocante. Porque um verdadeiro amor não é perfeito, antes, tem muitos defeitos. Como todos nós. E é disso que se alimenta, vive e cresce. "
Por isso darling, mais do que ceder às supostas imposições sociais, cede a ti mesma e à tua integridade. Se não estás feliz como estás, fala sobre as coisas! Falar não resolve? Então grita! Gritar não é para ti? Então manda um telegrama. MAS FAZ-TE OUVIR!
Já chega de dramas emocionais, e do frequente não conseguir estudar por questões do coração. As relações devem fazer-nos sentir melhor, e ser um porto de abrigo; não uma treta de uma distracção pela negativa. Por mais que gostes de alguém, tu vens primeiro.
Para a minha well-behaved friend, S* ( Love you Loads )
De uma Frígida, que para além de frígida, é egoísta.

(...)

Tenho muitas saudades tuas, mas nenhuma vontade de te ver. Não é paradoxal, porque tu não existes, ou melhor, o que eu amo verdadeiramente em ti não és tu, mas sim as qualidades e idealismos que achei por bem projectar em ti. O que tu és na realidade, hum ... não, disso não gosto.

19 de junho de 2007

SOCORRO

FUCK! Tenho adrenalina até à ponta dos pés. E a nova profissão que desempenho é actualizadora de sites. LORD!
Hoje eu mudo isto tudo!


Das melhores pessoas do mundo, pelo menos 10 estão comigo.

18 de junho de 2007

Cautela

" - Eu exijo ... "

Como ousas? Como se tivesses autoridade o suficiente para me exigir o que quer que seja.
As únicas exigências a que acedo, são as minhas, áquelas que faço a mim mesma. E lá está, é redundante, porque eu exijo-me a não aceder a exigências.
Are we clear?

Games

Tudo para mim é um desafio. Não sei viver de doutra forma e pra mim é assim, só estou nas coisas se sentir que tenho um objectivo e que há alguma possibilidade de o concretizar.
Não tenho tempo, nem pachorra, nem vontade de brincar ou, pior do que isso, de fazer de brinquedo. Ainda que me passe por lady de gelo, tenho sentimentos. Só os mostro é a quem precisa, a quem me faz sentir uma pessoa especial, a quem mostra o quanto eu sou importante e o quanto a minha presença, palavra, ou atitude, lhe vai mudar o dia.

A partir do momento em que sinto que as coisas estão condenadas, passa tudo a ser não mais do que uma concretização do desafio; desafio esse que pode ter mudado de parâmetros nos entretantos e que, como tal, é passível de desistência sem comunicação prévia.
Não faço de troféu, nem sirvo para dar a ninguém "gostinhos sarcásticos de vitória". Tenho as costas largas o suficiente para dizer, eu não sou uma escolha, eu escolho.
Quem se acha à altura, então mande vir. Não digo que não a desafios.

Nova Teoria

Acho que se usa a palavra desilusão vezes demais, e sem o significado correcto. Cheguei à conclusão de que a maior parte das pessoas nem me chega a desiludir. Simplesmente, não me chega é a surpreender.


Eu e a minha mania de emancipação do dito "trivial".
"Outra vez? Sim, outra vez. O mesmo, exactamente o mesmo. A doença que ataca no coração."

People change, but poems stay the same.

Adoro ouvir músicas que me façam lembrar de ti, que me façam lembrar de nós
Adoro estar a ouvir uma musica que o título seja o teu nome
Adoro estar a escrever com uma caneta tua
Adoro quando dizes coisas ordinárias
Adoro quando me sinto criança quando estou contigo e nos rimos como se fosse o último dia com coisas como Ana Malhoa ou do torcicolo da Lília
Adoro que me faças rir e que me mostres vídeos de pessoas a cair
Adoro fazer projectos contigo mesmo que não saiam do papel (ou nem cheguem ao papel)
Adoro viajar contigo em pensamento
Adoro a maneira como adoras cremes, flores e outras coisas de menina
Adoro a tua independência, a tua irreverência
Adoro que adores as mesmas musicas que eu
Adoro que aprecies pequenas coisas como eu
Adoro pensar que por momentos me percebes e que o meu caso não é patológico
Adoro olhar para ti
Adoro o teu cheiro e adoro dizer-te que cheiras bem simplesmente porque adoras ouvi-lo
Adoro quando me surpreendes
Adoro quanto não me dizes nada
Adoro quando percebes que não é o momento, talvez mais tarde
Adoro pensar nas coisas que adoro em ti
Adoro a tua sensualidade
Adoro quando falas nas tuas aventuras
Adoro que não estejas satisfeita com o que tens
( a musica acabou )

Adoro ter escrito o que escrevi em menos de 5 minutos e não ter parado para pensar
Adoro quando tentas ultrapassar os teus limites
Adoro pensar em ti não como amiga, mas como Raquel
Adoro a maneira como te identificas com os blogs, as musicas, o que surge à tua volta
Adoro a tua complexidade
Adoro sentir que a minha vida é diferente desde que te conheci
Adoro sentir que as minhas emoções andam ao sabor das tuas
Adoro que atinjas coisas que mais ninguém atinge
Adoro ver-te quando chegas á faculdade
Adoro ir sair contigo, falar contigo, estar contigo sem falar
Adoro ir ao cinema contigo, pagar os bilhetes e tu as pipocas
Adoro adorar-te *

by G


Mesmo que tudo tenha mudado, há coisas que guardo para sempre. Ninguém me conseguiu conhecer como tu. E isso, pra mim, tem mais valor do que o que quer que seja.*

Por amor da santa.

Irrita-me falta de tacto, e de profundidade.