28 de maio de 2007
Princess and Fairytales Mood
Curralonews
O ministro da Agricultura japonês, Toshikatsu Matsuoka, morreu hoje depois de tentar o suicídio no seu apartamento em Tóquio, informou a Agência Kyodo.
Matsuoka, que estava envolvido num escândalo de desvio de dinheiros públicos, foi encontrado inconsciente e com uma paragem cardíaca.
Toshikatsu Matsuoka ainda foi transportado para um hospital, mas horas depois foi confirmada oficialmente a sua morte.
O ministro ia apresentar-se na tarde de hoje a um comité parlamentar para um interrogatório sobre o escândalo financeiro em que estava envolvido.
Carmelita's Thoughts
- Na Madeira não há como te perderes. Enquanto estiveres a ver mar, significa que ainda não estás no Curral das Freiras.
Ela
Diz-se que ..
- não és previsivel
- não és igual às outras na medida em que não fazes nada por ser diferente, simplesmente és
- és intelectualmente estimulante
- não cansas
- és completamente espontânea e atabalhoada
- tens a puta da mania
- és diferente nos pormenores e peculiar de uma forma mais geral
Karma pessoal persecutório
Apetecia-me dizer-lhe gosto de ti porque era quase verdade, mas não lhe disse porque me comprometeria a dizer mentiras a partir desse instante.
Eu não o amava, mas estava-lhe agradecida. Estava cheia de ternura, sim. No fundo, era isso: eu amava-o, amava-o com todas as minhas forças que eram nenhumas.
É assim, muitas vezes, a cabeça das mulheres: todas as contradições possíveis no mesmo sentimento.
Ser e não ser. Amar e não amar. Poder e não poder. Existir sempre razão numa realidade e no seu contrário.
LADIES
Saudades do tempo de risota...Ladies, MISS YOU BOTH* Quem diria, uma em Lisboa, uma no Porto e outra na Madeira. Life has wierd ways ..
Bridget mood
27 de maio de 2007
Requinte introspectivo II
Burguesas
Era preciso que o discurso fosse suficiente e inapelável:
- Ouve: tenho uma coisa para te dizer. Conheci uma pessoa que me impressionou. Não sei o que é, nem me interessa, mas há qualquer coisa. Aguenta-te. Vocês vão para a tropa para quê? É que entre isto e andar a mentir-te achei preferível dizer-te. E não me perguntes se eu ainda gosto de ti e essas perguntas tipo sim-ou-não, porque as mulheres não funcionam assim. Digo-te já que não sei, e nem sei se vou saber tão cedo. Gosto de ti porque foste meu, e gosto de ti porque poderás voltar a sê-lo um dia, se quiseres ou achares que vale a pena. Agora não gosto tanto, porque como penso noutra pessoa não tenho consciência de mais nada.
Não o deixava falar de propósito, e fugia para a frente apavorada.
O drama era dele, mas o cansaço era meu e naquela altura valiam o mesmo"
Requinte Introspectivo I
Era assim a minha infelicidade: sempre preparada para a felicidade. E só aparecia nos intervalos."
Fluxos
Há certas coisas que pura e simplesmente não se podem traduzir. Uma delas é o por do sol na foz. Digam o que disserem, cá pra mim existe um fluxo migracional qualquer que, ao fim do dia, une tanta gente diferente em meia duzia de metros. O mais curioso, é que o que é de morrer nem é o pôr do sol, que obviamente também tem a sua quota parte no processo, mas não, o melhor é ver pessoas tão diferentes e em circunstâncias completamente distintas, por minutos, procurarem exactamente o mesmo que eu. Aquele momento em que o sol vai descendo até desaparecer completamente.Adoro o facto de o ser humano ter ainda o seu quê de animal, e sermos não mais que uma analogia da Marcha dos pinguins.
Há de tudo, há os solitários, como eu, que precisam daquele período para estarem consigo, e que não vêem nisso solidão. Há os solitários, mesmo solitários. Há os casais com as juras de amor eterno face ao panorama paradisiaco. Há as amigas que trocam confidências e prometem assumir o comando das suas vidas a partir daquele momento. Há os fotógrafos que documentam o momento. Há os estrangeiros que não sabem se olham para o sol, se apreciam as ondas, se respiram o ar do rio, ou se lhes apetece antes espreitar o mar. Há os desportistas cuja meta é chegar onde quer que seja antes do sol desaparecer. Há gente mais velha nas janelas, que respira fundo como se fosse o último fôlego. Sei lá ... Há uma mistura imensa de cultura e de aculturados, pessoas novas com tanto por viver, gente mais velha com tanto já vivido, um montão de histórias por detrás de cada personagem singela que ali está, e contudo, ali estamos, todos, a ver o mesmo.
Gosto de pensar no que as outras pessoas estarão a pensar. Se vêm no por do sol um momento de esperança? Talvez de tranquilidade? Ou será renovação? Agarrarão daqueles breves instantes algum tipo de força ou coragem? Não sei. É-me mais que suficiente pensar em tudo, e querer estar na cabeça de todos eles ao mesmo tempo, perguntar de onde vêem, para onde vão, porque estão ali, e o que estão a sentir.
A melhor coisa é estar sozinho e ao mesmo tempo sentir que se é parte de alguma coisa maior, mesmo que seja utópico. Claro que é óptimo partilhar, mas momentos como estes, são demasiado complexos para serem passados a conversar. São momentos que quando tiver de passar com alguém, vai ser de mão dada, a ouvir uma das duas musicas que estavam a dar no mp3 enquanto tentava desmistificar o fluxo migracional "Rumo ao por do sol@Foz":
Norah Jones - Take off your cool ou Lamb - What sound, que diz qualquer coisa como:
What is that soundRinging in my ears
The strangest soundIve heard for years and years
The sound of two hearts
Beating side by side
The sound of one love
That neither one can hide
The sound that makes the world go round
The sound that makes the world go round
Há coisas que simplesmente não se explicam, e a felicidade que me proporcionam momentos como este, é uma delas. Estou mesmo bem disposta!
PS. Hei de fotografar isto.
25 de maio de 2007
Tragédia!
Resumindo e baralhando. UMA TRAGÉDIA
Auxiliar de Memória
Toma! Agora já não me esqueço . E depois tu também não te lembras do nome do vegetal que começava em B e era usado no alentejo. PIMBAS!
Personal Trainer I
- acabei de comer imenso, estou ultra cheia
- estou cansada
- estou com o periodo
- estou grávida
Resposta em forma de berro:
- MEXE-ME ESSE RABO!
(tou mexendo!)
WOOOWWWW I wanna see youuu shakinnn that ass girl SHAKE SHAKE SHAKE! Com pressões destas daqui a uns dias a musica da minha autobiografia vai ser a dos Buraka som sistema, naquela parte do " Dama recente no kuduro" . Balha-nos deus!
PS. e pela vaca leiteira e transgénica nao vai nada nada nada???
PS2. Se não voltar é porque:
1) Chamei o Greg, a avó, ou o Raúl, ou, num cenário negro (uma vez que estamos numa de Oprah) os três conjuntamente;
2) Morri de cansaço
3) O período continuou a vir, e não passei no teste número 54 da ausónia para perder o medo do branco (nem gosto de ausónia, mas a merda do anúncio é tão obtuso que fico doida)
4) Abortei
O meu último desejo: Treinadora do Pessoal, levas-me ás cavalitas?