A paixão morre aos poucos...
Sem ponto de partida, eu parto e ponto
Final... Na nossa história, os contos
Só serviram para noites bem passadas, pronto
E eu abraço o sono
Entre cores duma cidade e um retrato de um Outono
Quando sopro a vida fora
Da palma duma mão, enquanto a chuva se evapora
E no fim ela cora...
Um dia somos novos sorrindo atrás da gola
Matando-nos com excesso...
Embalados em palavras, enganamo-nos com sexo
Não ouço o que ela diz... Barulho do metro
Até que tudo chegue ao fim, abraçados num regresso...
2 de junho de 2010
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