Sou nulo, parado
Com o olhar em nenhum lado
Porventura o passado
E, em frente
Sinto o desejo ausente
De esvaziar o presente
Assim, a olhar
Deixo-me divagar
Perco noção ao meu lugar
Sou nulo, parado
Não me sinto saciado
A vida é que me tem tomado
31 de janeiro de 2008
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