9 de janeiro de 2008

Quis-te todos os dias e nunca te pude ter nenhuma noite. Para falar baixinho por debaixo dos lençóis e brincar ás escondidas dentro dos guarda-roupas. E, no entanto, foi bom ter-te por perto tão longe e ouvir a tua voz e ver os teus olhos ternos e doces.

in Asfixia por Pedro Paixão

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